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 Batman - O Cavaleiro Das Trevas
Samka_Mor
Posted: Jan 25 2008, 01:56 AM


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Gênero: Ação
Duração: -
Origem: EUA
Estréia - EUA-Brasil: 18 de Julho de 2008
Estúdio: Warner Bros.
Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Jonathan Nolan
Produção: Charles Roven, Emma Thomas, Christopher Nolan
Sinopse: Após o sensacional "Batman Begins", o Homem-Morcego retorna nessa seqüencia intitulada "The Dark Knight". Vale lembrar que nos quadrinhos, “O Cavaleiro das Trevas” (tradução do título original do novo longa) é o nome da minissérie mais cultuada do personagem e um dos melhores gibis de todos os tempos. Um trabalho soturno e denso de Frank Miller que apresenta o herói no auge dos sessenta anos de idade, que resolve voltar à ativa após um longo período afastado do combate ao crime, porém, ele tem que encarar uma realidade bem diferente da que ele vivia antes, onde os heróis eram vistos como algo benéfico aos cidadãos de Gotham City. Se o novo longa captar pelo menos parte da atmosfera da HQ, há de se esperar um dos mais sombrios, violentos e eletrizantes filmes de Batman! Na trama, será mostrado como foi o primeiro duelo de Batman com seu arqui-inimigo, Coringa. No duelo contra o Palhaço do Crime, Batman conta com a ajuda do competente Comissário Gordon e do Promotor Harvey Dent (que futuramente se transformará no vilão Duas-Caras). Na direção de “The Dark Knight”, está confirmado o retorno de Christopher Nolan, e o roteiro será escrito por seu irmão, Jonathan Nolan, baseado na trama criado pelo próprio Christopher e David Goyer (roteiristas de “Batman Begins”). No elenco, estão confirmados os retornos de Christian Bale (“O Operário”) como Bruce Wayne/Batman, Michael Caine (“Regras da Vida”) como o mordomo Alfred e Morgan Freeman (“Menina de Ouro” como o funcionário das Indústrias Wayne, Lucius Fox. O tão cobiçado papel do Coringa ficou com Heath Ledger ("O Segredo de Brokeback Mountain").
Elenco:Christian Bale,Heath Ledger,Michael Caine,Morgan Freema ,Gary Oldman,Aaron Eckhart,Maggie Gyllenhaal,Eric Roberts,William Fichtner,Nestor Carbonell
Trailer: http://br.youtube.com/watch?v=ey_tG4uduLo
http://br.youtube.com/watch?v=KU36NG3pKbs&NR=1
http://br.youtube.com/watch?v=mgOi9sXSY6I&NR=1
Poster:
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Fotos:
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Samka_Mor
Posted: Jan 25 2008, 02:01 AM


Queen (H)


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Qdo eu li do filme a primeira vez foi somente algo do genero: uma adaptção dos quadrinhos de Frank Miller!"
Então na hora meu coração acelerou, pq os quadrinhos do Frank são mtooooo bommmmmm
Dps eu fikei sabendo que o Heath ia fazer o coringa, dai ja viu
vontade elevada a maxima pontenciaaaaaaaa
dps eu vi o poster "why so serious?"
me deu um medooooo do coringa taum serioooo
que eu pensei:
TENHU DE VEEEEEERRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR ESSE FILME!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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Máh •
Posted: Jan 25 2008, 05:26 PM


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:X
esse filme vai ser um sucesso, certeza que o Heath fez como ngm


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Samka_Mor
Posted: Mar 14 2008, 12:43 AM


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QUOTE


Veja novas imagens de "Batman - O Cavaleiro das Trevas"
Data: 11 de Março de 2008
Por: Renata Jaguaribe


 
Foram divulgadas pelo jornal The New York Times quatro novas imagens de "Batman - O Cavaleiro das Trevas". Em três delas podemos ver momentos agitados do longa: o vilão Coringa, interpretado pelo falecido ator Heath Ledger (“Honra e Coragem – As Quatro Plumas”) sendo interrogado por Batman, e o homem-morcego em ação em duas outras fotos.

Já a última mostra o diretor da fita, Christopher Nolan ("Amnésia"), junto ao batsinal, inaugurado na nova franquia cinematográfica do herói. "Batman Begins" foi o primeiro filme desta série que deu novo fôlego para o personagem em sua versão para a sétima arte.

Nesta nova aventura, o Cavaleiro das Trevas (novamente interpretado por Christian Bale, de “Adoráveis Mulheres”) voltará a combater a violência em Gotham City, que se encontra arrasada por uma onde de crimes hediondos. Batman terá como parceiros o Tenente Jim Gordon (Gary Oldman, de “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”) e o promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart, de "Obrigado por Fumar"), além de sua amiga de infância, a também promotora Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal, de “Confissões de uma Mente Perigosa”).

O elenco da fita ainda conta com as presenças de dois vencedores do Oscar: Morgan Freeman ("A Soma de Todos os Medos") e Michael Caine ("Lições Para Toda a Vida"). Ambos reprisam os papéis de Lucius Fox e Alfred Pennyworth, respectivamente, personagens vividos pelos atores no longa anterior da franquia.

Baseado nos quadrinhos da DC Comics criados por Bob Kane em 1939, "Batman - O Cavaleiro das Trevas" terá sua estréia mundial nos cinemas no dia 18 de julho.


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Máh •
Posted: Mar 14 2008, 10:13 AM


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me deu um medooooo do coringa taum serioooo (2)


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Samka_Mor
Posted: Jul 25 2008, 01:09 AM


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Logo de cara eu fui ver esse filme, acedite eu fui ver no 3 dia e ainda tava um verdadeiro inferno, mas valeu a pena espera pelas 3h e pokas em pé no cinema e como valeu...
Antes de qq coisa, esse filme foi bem melhor que uma menina que sempre amou o coringa entre o batman e que já sabia de uma coisa Não importa o ator,so importa a loucura do personagem, ou seja... Eu ja espera demais quando eu fui assistir o primeiro, e não gostei...especialmente pela Katie Holmes e pq Batman nunca esteve entre os prediletos,mas qdo eu vi no final a carte do Coringa eu falei pra minha tia: "O segundo filme vai ser bem melhor!" e foi!

O filme apresentado como um filme ki ira abalar agoa os futuros filmes baseado em HQ, a trilogia X-man perdeu o espaço no meu coração como melhor filme de super-heroi, naum preciso nem falar do atores neh? A pior atriz caiu fora, ainda bem(!), e entrou uma de peso pesado Maggie Gyllenhaal, não sou fan dela mas admiro mto o seu trabalho.. bem se vc viui as fotos,viu o elenco,viu o trailher, viu tdo isso e mais um pouco... e ainda naum foi ver o filme... eu sinto em lhe dizer: VC É BURRO OU RETARDADO???? :blink:


:D Amei a kra desfigurada do Two-Faces eu ia levar Vinny pra ver o filme, pq tem explosões e nos gostamos :D, mas dps de ver akilo eu axo ki ele pode ter pesadelos!

huahuahau ah so pra constar,ate hj eu so sei falar desse filme e do joker, por isso Vinny decidiu ser ator pra ele ser um Joker melhor doq o Jack e o Heath... e por favor sem comparações pra os Jokers ok? :D Ambos são perfeitos, mas um é mto mais psicopata e o outro é mto mais palhaço e os dois são baseados em HQ diferentes, ou seja, não existe um joker melhor doq o outro...ambos são perfeitos!

You either die a hero or you live long enough to see yourself become the villain Harvey Dent


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Samka_Mor
Posted: Jul 25 2008, 01:15 AM


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"Bem-vindo a um mundo sem regras." 



O universo das adaptações de quadrinhos para os cinemas jamais será o mesmo após “Batman - O Cavaleiro das Trevas”. Que as histórias do Homem-Morcego são mais sombrias do que as de heróis como Super-Homem, Homem-Aranha e X-Men todo mundo já sabia, mas jamais um filme baseado em HQs havia se arriscado em trazer a tona o que há de mais escondido na mente do homem. “Ou se morre como herói, ou vive-se o bastante para se tornar o vilão”, diz Harvey Dent (Aaron Eckhart) em frase que basicamente resume o filme.
Diferentemente do que se podia esperar após a última cena de “Batman Begins”, com Gordon mostrando ao herói uma carta de baralho, Batman e Coringa não monopolizam “O Cavaleiro das Trevas”. A figura do promotor Harvey Dent é tão importante quanto a dos personagens mencionados. Dent é o novo rosto da lei e da ordem em Gotham, é o herói que não precisa usar máscaras para combater o crime. E é justamente o fato de não usar máscaras que fará com que Bruce Wayne/Batman apóie o promotor de forma irrestrita, passando por cima inclusive do ciúme que sente do namoro de Dent com Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal substitui Katie Holmes no papel).
Batman vê Dent como o herói que Gotham precisa e cujo sucesso na luta contra o crime poderia levar a sua aposentadoria. Mas os planos do herói em levar uma vida normal serão adiados com o surgimento de um vilão nada usual, que não segue regras. Coringa é um elemento do caos, um vilão que não quer ganhar dinheiro, mas sim ver o circo pegar fogo. Com origem desconhecida, o vilão comandará uma onda de violência que aterroriza toda Gotham. Sua anarquia é tamanha que chega a deixar o próprio Batman sem saber o que fazer. “Não quero matá-lo. Por que faria isso? Para voltar a matar criminosos de rua e gângsters? Não, isso é muito chato”, diz Coringa ao Homem-Morcego.
O Coringa apresentado em “O Cavaleiro das Trevas” é justamente o dos quadrinhos, aquele que ao mesmo tempo em que gargalha deixa todos aqueles ao seu lado aterrorizados. Muito diferente do trazido por Jack Nicholson em “Batman - O Filme”, de Tim Burton. O desempenho de Nicholson foi marcante, mas aquele personagem era muito mais o “Coringa por Jack Nicholson” do que o vilão dos quadrinhos. O Coringa de Heath Ledger, que morreu alguns meses antes de ver seu trabalho concluído, é indescritível. A performance do ator australiano entra para a história como uma das melhores e mais impactantes atuações como vilão da história do cinema. O desempenho de Ledger foi tão marcante que logo após as primeiras sessões do filme para a imprensa iniciou-se uma campanha para premiá-lo com um Oscar póstumo, o que não seria nada injusto.
A emoção em torno da perda de Heath Ledger não pode tirar o foco também da atuação de Christian Bale. O ator, que já havia arrasado em “Batman Begins”, aparece ainda mais seguro neste segundo filme. A armadura do Homem-Morcego caiu como uma luva em Bale, nos fazendo esquecer das performances vexatórias de Michael Keaton, Val Kilmer e George Clooney. Em “O Cavaleiro das Trevas”, Bale mostra ao público pela primeira vez na franquia aquilo que Rachel destacou no final de “Begins”, que Bruce Wayne e Batman não são um só, que existe o sujeito mascarado e o playboy. O ator desenvolveu, inclusive, um tipo de tom para cada personagem. É notável a diferença na voz de Bruce para a de Batman.
Além de marcantes atuações de Bale, Ledger e Eckhart, e da boa e bela presença de Maggie Gyllenhaal, o elenco do longa conta ainda com as voltas de Gary Oldman como o comissário Jim Gordon, Michael Caine como o mordomo Alfred, Morgan Freeman como Lucius Fox, e Cillian Murphy como o Espantalho.
A direção ficou mais uma vez sob a responsabilidade de Christopher Nolan, que também assina o roteiro ao lado do irmão Jonathan Nolan e de David S. Goyer. Nolan representa para o Homem-Morcego o que Bryan Singer representou para os X-Men, ou seja, um diretor de dramas elogiados que de uma hora para a outra resolveu realizar uma adaptação de quadrinhos. Assim como Singer, Nolan sabe mesclar momentos de entretenimento puro com sérios conflitos pessoais. Torcemos apenas para que Nolan não faça como Singer e abandone a franquia antes de um desfecho final, o que, felizmente, parece que não irá acontecer uma vez que tanto o cineasta quanto Bale já revelaram o interesse em seguir na franquia.
Um dos principais acertos de Christopher Nolan em “O Cavaleiro das Trevas” foi optar por não criar Gotham dentro do estúdio, como ocorre em “Batman Begins”. O cineasta preferiu filmar Chicago como Gotham, aumentando as opções de ambientes. Acabou aquilo de praticamente só mostrar um prédio, a Torre Wayne, como acontece no anterior. No novo filme, a cidade é quase uma personagem, cuja felicidade vai acabando. O longa começa com a cidade numa claridade jamais vista na franquia e com o decorrer do tempo vai ficando mais sombria, assim como alguns personagens.
“The Dark Knight” (no original) é um filme que merece ser visto e revisto nos cinemas e posteriormente ser adquirido em DVD ou Blu-ray. A única coisa a se lamentar é o fato de nós brasileiros não podermos conferir o longa em salas IMAX, uma vez que a primeira sala neste formato no país ainda está em construção, em São Paulo. Seis seqüências de “Batman - O Cavaleiro das Trevas” foram rodadas com câmeras IMAX, inclusive os seis minutos iniciais. Esta foi a primeira vez que um filme de grande orçamento foi filmado parcialmente com câmeras IMAX. Só para esclarecer, a IMAX Experience® será exibida em IMAX DMR (letterbox), enquanto as cenas filmadas com câmeras IMAX em filme de 15/70 mm se expandirão verticalmente para preencher a tela do IMAX inteira, com até oito andares de altura, para gerar uma experiência inesquecível no cinema.
Este segundo “Batman” D.C. (leia-se, depois de Christopher) foi o último trabalho finalizado por Heath Ledger. O brilhante ator poderá ser conferido ainda em “The Imaginarium of Doctor Parnassus”, de Terry Gilliam, mas não chegou a concluir o projeto, sendo substituído por Johnny Depp, Colin Farrell e Jude Law (você não leu errado, os quatro atores interpretaram um só personagem). O Coringa de Ledger passa todo o filme querendo “colocar” um sorriso na cara dos demais personagens, mas no final quem sai sorrindo é o espectador. 

Lucas Salgado



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Samka_Mor
Posted: Jul 25 2008, 01:42 AM


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Data: 15 de Julho de 2008
Por: Lais Cattassini

"Batman - O Cavaleiro das Trevas" é realista. Tão realista que torna heróis ainda mais humanos e vilões reconhecíveis. O novo filme do homem-morcego é magnífico ao deixar de lado a fantasia dos quadrinhos e ao encher a tela de personagens brilhantes.

Apenas com o logo do famoso homem morcego preenchendo a tela, o coração do espectador pula. Não é por acaso. Qualquer cinéfilo, e de fato qualquer pessoa que tenha assistido e gostado de "Batman Begins" deve considerar "O Cavaleiro das Trevas" o mais aguardado filme de 2008. A ansiedade justifica cada suspiro, cada choque e cada exclamação que escapa ao longo das cenas de ação, mas, mais do que isso, "O Cavaleiro das Trevas" é um excelente filme, digno de meses de espera, passível de críticas positivas e comentários acalorados. O longa-metragem é o tipo de filme que nos faz querer levantar da cadeira e pular para a ação.

Diferente dos quatro filmes inspirados do herói realizados anteriormente, "Batman Begins" prezou pela realidade, explicou cada alternativa fantástica que um homem comum criou para combater o crime em uma cidade violenta e tornou a história de Bruce Wayne ainda mais sombria. O personagem deixou de ser a figura impossível dos quadrinhos e se tornou um homem real, motivado pela vingança e orientado pela fibra moral que herdou de seu pai e cultivou com a criação do mordomo Alfred. Wayne, o milionário, se tornou um justiceiro verossímil. "O Cavaleiro das Trevas" retoma o espírito de "Batman Begins", também é um filme pautado pela realidade e, mesmo com um vilão esquizofrênico, no limite da insanidade exagerada, é construído com perfeição.

Determinado a manter a paz em Gotham, o que significa não se render também às armas e à crueldade com seus inimigos, Batman assume bravamente o papel de vigilante da cidade. Com a ajuda do policial Jim Gordon, interpretado por Gary Oldman, o Cavaleiro das Trevas coloca atrás das grades os principais vilões de Gotham, mas também precisa enfrentar homens comuns que, como ele, mas sem muito preparo, se aventuram a combater o crime.

O outro extremo da personalidade de Batman é o Coringa. O homem perturbado, sem nome e sem controle faz sua parte para deixar os gângsters da cidade aterrorizados. O problema é que, ao fazer isso, espalha o pavor pelos cidadãos de Gotham. Interpretado por Heath Ledger, o palhaço tem sua parcela justa de comédia, mas é amedontrador.

A atuação de Ledger merece um parágrafo à parte. É graças a seu talento impecável que o Coringa ganha vida. A construção do personagem é, sem exageros, perfeita. Coringa, um palhaço terrorista, parece realmente saltar da tela e se torna uma figura possível em um mundo midiático e tomado pela loucura. Não é incorreto dizer que a atuação de Ledger é a alma de "O Cavaleiro das Trevas", mas é, sem dúvida, injusto.

Além de um Coringa fantástico, o novo Batman possui uma história interessante e coadjuvantes carismáticos. Harvey Dent, o promotor que mais tarde se transforma no vilão duas caras, chega a ser mais importante do que o super-herói. Determinado a livrar Gotham do crime, Dent se torna um exemplo de caráter e ação para Wayne e guia as atitudes de Batman, mais preocupado em colaborar para, um dia, dar espaço para um novo heróis, mais digno.

A transformação de Dent no vilão Duas-Caras não acontece de uma hora para a outra. Podemos ver o personagem tomando forma ao longo da projeção e, quando o rosto desfigurado ilustra o estado mental do promotor, a imagem perfeitamente construída se torna um detalhe em meio a fatores mais relevantes.

A palavra que define bem "O Cavaleiro das Trevas" é "realista". O longa-metragem perde um pouco do espírito de fantasia dos quadrinhos, mas não perde a qualidade. Falta um pouco mais de super-herói, algo que a direção brilhante de Christopher Nolan poderia favorecer. Se existe um defeito no longa é esse, ser tão perfeitamente justificável que perde a qualidade de quadrinho. Ainda assim, impossível não vibrar com cada segundo de filmagem."


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Data: 19 de Julho de 2008
Por: Thiago Siqueira

"Batman - O Cavaleiro das Trevas" é uma experiência emocional como não se via há muito em um dito "filme de ação", elevando as adaptações de HQs a um outro nível.

A franquia "Batman" chegou às telas na era contemporânea em 1989, com Tim Burton levando aos cinemas a sua versão do herói e de seu arquiinimigo, o Coringa. Apesar do sucesso que o filme fez e da elogiada interpretação de Jack Nicholson, a verdade é que os fãs do homem-morcego sempre acharam que ficou faltando algo na produção. Um quê indefinível cuja ausência também fora sentida em "Batman - O Retorno" e ampliada nos ridículos "Batman Eternamente" e "Batman & Robin". Apenas quando o diretor Christopher Nolan trouxe um novo início à saga do cruzado de capa, com o ótimo "Batman Begins", os fãs começaram a ver desenhado o filme perfeito para o herói.

E eis que este chega. "Batman - O Cavaleiro das Trevas" é uma experiência sem igual para iniciados ou novatos ao universo de Gotham. Isto acontece porque Nolan aplica o impacto da existência do Batman e dos demais personagens que ao redor dele existem em um ambiente ao qual podemos nos relacionar diretamente. O resultado é um filme que mostra não só como o mundo real seria afetado pela figura do homem-morcego e seus aliados, mas de como a realidade agiria nos corações e mentes dele, de seus aliados e vilões.

O longa começa cerca de um ano após os eventos da fita anterior. A aliança entre Batman (Christian Bale) e o tenente Jim Gordon (Gary Oldman) está conseguindo finalmente livrar a cidade do crime organizado, que sofre ainda mais com a chegada do novo promotor público, o galante e incorruptível Harvey Dent (Aaron Eckhart). A ascenção de Dent é vista pelo Batman como uma chance para que ele possa, um dia, ter uma existência normal como Bruce Wayne, com a cidade nas mãos de um herói que não precise de máscara. No entanto, Dent está namorando justamente a amada de Bruce, Rachel Dawes (agora vivida por Maggie Gyllenhaal).

Com o cerco se fechando, os mafiosos resolvem aceitar o plano proposto por um insano e sádico vilão conhecido como Coringa (Heath Ledger) para eliminar de vez aquele que inspirou o medo no coração dos criminosos e a esperança na cidade: o próprio Batman. A partir daí, o Coringa passa a cometer atos absolutamente aleatórios de violência, aparentemente tendo a morte do herói como objetivo, mas com um plano muito mais sinistro em movimento.

A grande virtude do filme é não tratar sua trama como apenas mais um filme de super-heróis. Longe disso. "Batman - O Cavaleiro das Trevas" é um drama policial de primeira linha, podendo ser comparado, sem medo, a filmes como "Serpico", "Los Angeles Cidade Proibida" e "Fogo Contra Fogo". No entanto, a produção jamais esquece as origens de sua trama, com diversas referências a clássicas histórias em quadrinhos estreladas pelo personagem. De imediato, os fãs reconhecerão cenas tiradas de "Batman - Ano Um", "Asilo Arkham" e, principalmente, "A Piada Mortal", de onde a motivação do Coringa é captada.

Todos os personagens da fita possuem um próprio arco narrativo fechado, cortesia do maravilhoso roteiro escrito pelo diretor e seu irmão, Jonathan Nolan. A concepção de tramas convergentes (não paralelas) a cada uma das interessantes figuras em cena enriquece a experiência, mesmo com Batman/Bruce Wayne, Harvey Dent e o Coringa sendo as forças-motrizes que movem a história principal.

Aliás, o citado trio de personagens gera o principal conflito do filme. Batman e o Coringa são forças diametralmente opostas. Enquanto o homem-morcego surge buscando inspirar as pessoas, trazer a esperança de volta a Gotham - embora nem todos os cidadãos da cidade entendam a mensagem -, Harvey Dent é um fruto direto das ações do herói, a representação do tudo o que Wayne gostaria de ver sendo realizado. Considerado como "O Cavaleiro Branco", Dent é um promotor dedicado à justiça e sem ter o rosto escondido por uma máscara, mas que possui uma raiva escondida dentro de si.

No entanto, o Coringa, como contraponto do homem-morcego, busca inspirar o pior das pessoas. Segundo ele, a loucura é como a gravidade e atrai todo e qualquer ser humano, só precisando de um pequeno empurrão. Buscando perverter tudo aquilo pelo que Batman trabalhou, o Coringa se vê compelido a destruir o espírito de Gotham e testar os limites da sanidade dos maiores aliados do cavaleiro das trevas. Os limites dos habitantes de Gotham são levados sempre a extremos, graças às maquinações do vilão.

Quanto aos companheiros de luta do herói, cada um tem sua função de ser. O fiel Alfred (Michael Caine) age como a figura paterna de Wayne, sempre protegendo o seu patrão, seja tratando de seus ferimentos ou cuidando de machucados mais emocionais. Gary Oldman cria a versão mais complexa de Jim Gordon já mostrada em qualquer mídia. Apresentado como um policial competente e um homem de família que quer acreditar no bem, Gordon é uma pessoa que se prontifica para se arriscar pelo que acredita. A amizade de Gordon e Batman age como uma âncora para as esperanças de ambos os personagens.

Cabe aqui um parêntese sobre uma cena entre Gordon e seu filho, na qual o pai revela ao garoto que havia salvado Batman, ídolo do pequeno, em uma situação de perigo, o que deixa o policial com certo orgulho. Apesar de seu tom soturno, inapropriado para qualquer um abaixo dos catorze anos - ou até mesmo por conta deste fato - o filme não esquece a fascinação que a figura dos heróis mascarados exerce sobre as crianças, representadas na película pelo filho de Jim Gordon. Tal fato ganha um peso ainda maior nos últimos momentos da projeção, onde ocorre um diálogo mais sério sobre a natureza do Cavaleiro das Trevas na qual o garoto representa a própria audiência.

Rachel Dawes é o elo emocional entre Batman e Dent e, com certeza, a personagem foi beneficiada pela saída de Katie Holmes da franquia, com o papel assumido pela discreta e talentosa Maggie Gyllenhaal. Morgan Freeman concebe seu Lucius Fox não somente como o "Q" da série, mas como os olhos da moralidade de Bruce Wayne, guiando o personagem quando este se vê tentado a abraçar um autoritarismo que seria o inverso do que ele realmente almeja. Em papéis menores, Cillian Murphy volta para fechar o arco do Espantalho, deixado em aberto em "Batman Begins". Já Eric Roberts representa o mafioso tradicional, que acaba por se vê substituído por "um tipo melhor de criminoso".

No entanto, Christian Bale, Aaron Eckhart e, principalmente, Heath Ledger são a medula espinhal das atuações. Bale cria um Bruce Wayne complexo, que sonha com o dia em que Gotham não mais precisará de um Batman. A aparente impossibilidade de tal anseio se liga diretamente à de Michael Corleone na saga "O Poderoso Chefão", assim como a tentação dos dois personagens em sucumbir à paranóia e descer ao nível de seus rivais. Além disso, Bale cria o mais vulnerável dos heróis, que exibe claramente em cena suas cicatrizes emocionais e físicas, embora demore a reconhecer seus próprios limites. Apesar de humano e falho, Wayne não vacila em tomar para si qualquer fardo em nome do bem maior.

Por sua vez, o Harvey Dent de Aaron Eckhart é o personagem mais sofrido da produção. Preso no verdadeiro "cabo de guerra" entre a ordem e o caos (representados pelo Batman e o Coringa), Harvey é uma figura humana, que conquistou mais do que qualquer outra em Gotham sendo apenas ele mesmo, e isso o coloca em um lugar onde tem muito a perder.

O Coringa é atraído por isso. Heath Ledger criou uma figura anárquica, cujo único anseio é o mais completo caos. Sua interpretação, trejeitos, maneirismos, tudo se encontra dosado perfeitamente para criar uma figura assustadora e carismática, jamais caricata. Assim como nos quadrinhos, não sabemos de onde ele surgiu - nem o próprio vilão parece saber exatamente sua origem. Sua existência parece ser uma resposta direta à do Batman, com um equilibrando as ações do outro. Ledger cria um vilão soberbo e sua performace é digna de ser lembrada como uma das mais marcantes e impressionantes da história recente do cinema, o que só aumenta o pesar do falecimento tão repentino do ator.

Não é a toa que, em determinada cena, o diretor Christopher Nolan coloque a câmera de ponta-cabeça para que possamos enxergar como o vilão enxerga o mundo. Aliás, Nolan cria planos absolutamente fenomenais, sempre voltados para a construção da história. O diretor ainda merece ser louvado por investir sempre em efeitos visuais mais "artesanais", com a computação gráfica praticamente inexistindo em comparação a filmes como "Homem de Ferro". O resultado é que, a despeito de ser uma produção muito bem trabalhada visualmente, seu look jamais cria um ruído na própria fita, integrando de forma brilhante a forma e o conteúdo.

A direção de fotografia de Wally Pfister, velho colaborador de Nolan, é perfeita, alterando entre cores quentes e mais frias a depender da intensidade emocional da cena. Além disso, Pfister mostra-se um mestre na iluminação, sempre apresentando o rosto de Harvey Dent dividido entre luz e sombra, preconizando sua tragédia. O filme é editado magistralmente por Lee Smith, outro veterano de "Batman Begins", que transforma as quase três horas de filme em uma experiência de tirar o fôlego.

Por falar em retornos à série, mais dois profissionais que trabalharam no filme anterior merecem destaque por sua participação neste novo longa. A dupla James Newton Howard e Hans Zimmer mostra uma trilha simplesmente fantástica para a produção, evoluindo os temas feitos para o Batman na fita anterior. Além disso, eles criam outros temas para os novos personagens, com aqueles voltados para o Coringa remetendo diretamente às faixas compostas por Jonny Greenwood em "Sangue Negro", principalmente no que tocante à utilização de guitarras nas composições que representam o Coringa.

Tenso e emocionalmente pesado, "Batman - O Cavaleiro das Trevas" não é só um mero filme, mas uma experiência cinematográfica única. Uma obra-prima absolutamente recomendada.





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Data: 20 de Julho de 2008
Por: Amenar Neto

De forma gradual, o cinema baseado em HQs anteriormente dito como imaturo e levemente infantil mostra a sua alta capacidade de projeção. Agora temos a auto-condição de complexidade. O novo filme do Batman talvez seja a total transição para esses novos padrões. Erros passados foram corrigidos e todos os demais acertos constroem um dos melhores filmes vindos dos quadrinhos.

A série “Batman” talvez seja uma das mais desperdiçadas no meio cinematográfico. Boa parte dela apresentava-se completamente infantil e convergia para a terrível série televisiva. Além de péssimos roteiros, personagens e atuações, a série ainda contava com a troca de diretores completamente díspares, o que proporcionava uma interminável irregularidade. Foi aí que uma mente brilhante responsável pelo ótimo “Amnésia” resolveu revitalizar um dos melhores personagens criados.

Logo, “Batman Begins” veio com a responsabilidade de dar novos ares à franquia e, de alguma forma, alavancá-la. E cumpriu o dever de casa. Apesar de, em uma opinião quase única, achar que “Batman Begins” foi lotado de defeitos, o resultado final ainda conseguiu ser bom. Temos uma direção eficaz e um clima sombrio e deveras verossímil. Mas em casos como esse, considero o episódio inicial como o responsável por introduzir um novo estilo de série – algo muito complicado – e que pode acarretar em sucessores muito melhores. E pelo visto estou certo.

Algo é lógico se afirmar: Se você gostou de “Batman Begins”, certamente gostará de “Batman- O Cavaleiro da Trevas”. E mesmo se, como eu, você não foi devoto do primeiro filme, gostará do segundo. O resultado é tão bom que é difícil reclamar muito. Literalmente todos os pontos que eu não tinha gostado do primeiro filme foram corrigidos no segundo; o roteiro não é mais superficial, Christopher Nolan não peca mais nas cenas de ação, e Christian Bale não é mais descartável; cada personagem tomou uma proporção muito maior que antes.

O novo filme continua mostrando a luta de Bruce Wayne/Batman (Christian Bale) contra o crime organizado da intoxicada Gotham City. Agora com a ajuda do tenente James Gordon (Gary Oldman) e do promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart), ele combate ainda com mais eficácia o crime organizado, mas não imagina que enfrentará um dos maiores psicóticos já apresentados no cinema: o Coringa (Heath Ledger). Paralelo a isso, ainda tem o seu conturbado romance com Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal), que é impedido devido ao seu constante interesse no bem estar da cidade.

O roteiro de Jonathan Nolan é uma das mais importantes mudanças do filme e, conseqüentemente, responsável pelo seu resultado final. Enquanto o roteiro de “Batman Begins” baseava-se em diálogos rasos, humor apático, filosofias batidas e uma dose concentrada de Bruce Wayne, o texto do novo filme é dotado de ótimos diálogos, bom desenvolvimento de personagens, maturidade nas situações e tudo em uma proporção muito maior. A idéia do novo filme é muito mais grandiosa, permitindo assim o desenvolvimento de um novo patamar. Temos muito mais consistência nas subtramas e o universo verossímil agora não se dá unicamente devido a termos técnicos, como direção e fotografia, mas sim a todo um contexto da história.

Christopher Nolan merece parabéns pelo trabalho construído. Tudo aquilo que ele tinha empregado de forma errada no primeiro filme, como câmeras desfavoráveis e de mau gosto, foi corrigido. Ele abusa de ângulos superiores, de belíssimos takes das cidades, tenta retirar o máximo das cenas de ação, e é claro, extrai o máximo que pode dos atores – em especial Heath Ledger -, tornando seu filme algo denso, cruel, realista, cru e com classe. Em determinado momento do filme, eu realmente tinha me esquecido que o longa em questão era o Batman. Lembrou-me muito diversos filmes de gângster devido ao clima bem empregado, mas é claro que ele não é nenhum “Os Intocáveis”, “Os Infiltrados” ou “O Poderoso Chefão”, como dizem por aí.

As atuações é um quesito muito importante de se observar. Christian Bale parece mais íntimo com seu personagem. Apesar de não ter tudo o que ele pede, o ator consegue o tom correto para trabalhar. Podemos responsabilizar essa positiva mudança devido ao desapego para com o personagem, proporcionando a descentralização do mesmo. Maggie Gyllenhaal veio com a difícil missão de fazer uma personagem que anteriormente pertenceu a outra atriz. Por mais que o trabalho de Katie Holmes não tenha sido um dos melhores, sempre é complicado ocorrer essa substituição. Contudo, Gyllenhaal faz com que prevaleça a humildade e tranqüilidade de sua personagem.

Podemos considerar também Gary Oldman como o tenente Gordon, que conseguiu mais espaço dessa vez. Morgan Freeman continua com aquele ar de superioridade e gentileza de Lucius Fox e Michael Caine prossegue soberbo na pele do fiel mordomo Alfred. É claro que Aaron Eckhart também merece grande destaque. Ele consegue construir um controverso personagem durante o filme e, juntamente com o roteiro, traz um Duas-Caras realista e não aquela palhaçada que vimos em “Batman Eternamente”.

E seria clichê fazer mais elogios a Heath Ledger, mas todos eles se fazem necessários. O personagem construído por ele é simplesmente arrebatador. Vai da postura ao jeito de falar, de se comportar e de interagir com outros personagens em cena. Pelo o contrário do que eu esperava, o filme não é dele, por mais que roube todas as cenas. O humor sombrio e a personalidade doentia do Coringa fazem dele um dos melhores personagens das últimas décadas do cinema. Ledger está irreconhecível, com sua feição completamente modificada e com o tom sarcástico necessário. Malcolm McDowell deixou um discípulo muito melhor que ele. E bota melhor nisso. Simplesmente fantástico.

O novo filme do Batman conta com uma equipe técnica muito competente também. Podemos observar os efeitos especiais e visuais bem confeccionados, a belíssima maquiagem, a fotografia sombria – mas sem abusar tanto do marrom e preto como no primeiro filme –, os poderosos efeitos sonoros e a eficaz reformulação na trilha sonora. É tudo muito grandioso. Tudo condiz com o clima proposto no filme. Eles não são o centro da atenção do longa, apenas funcionando como um “artifício decorativo”, por assim dizer.

Portanto, “Batman – O Cavaleiro das Trevas” está a anos-luz do primeiro filme, mostrando-se competente e com conteúdo. Felizmente podemos ver um exemplo de filme que aprende com seus erros e transforma-se em algo verdadeiramente relevante. É o tipo de filme que todos os quesitos estão em harmonia. Defeitos? Sim, poucos. Um deles é sua extensão um tanto quanto demasiada, mas que se desenvolve no ritmo e da forma correta. Para quem gosta ou não de filmes vindos de histórias em quadrinhos, vale a pena conferir; afinal, a partir de agora, o conceito para filmes de HQ’s tornou-se abstrato, não é mesmo?

P.S.: E aquela lista de pessoas que estavam apoiando a indicação de Heath Ledger para o Oscar? Cadê ela? Pode pôr meu nome, viu?!



De todos os 3 eu concordo mto mais com o 3, tipo ele naum mto fan do primeiro filme como eu e adorou o segundo, como eu!
:D e concordo mto doq ele falou das tecnicas é bem melhor um colorido sombrio doq um naum colorido ¬¬

Cinema com rapadura


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Máh •
Posted: Jul 25 2008, 10:42 AM


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vi o filme semana passada, um dia depois da estréia. nunca fui muito fan dos filmes do batman, mas sem duvida esse me mostrou que são perfeitos.
um elenco muito muito muito bom, de peso MESMO, todo mundo trabalhou muito bem. mas duas caras, coringa e batman merecem MUITO destaque. tudo impecável, atuação, cenário, efeitos especiais, mas principalmente os quotes, tudo o que o coringa e os outoros sempre falaram são pura verdade.
otimo filme, quem não viu tem que ver ;)


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Samka_Mor
Posted: Sep 15 2008, 10:26 PM


Queen (H)


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QUOTE
Warner vai relançar Batman para tentar indicação ao Oscar

A Warner decidiu que vai relançar o filme Batman - O Cavaleiro das Trevas em janeiro de 2009 nos cinemas mundiais. A idéia do estúdio é tentar conseguir uma indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante para Heath Ledger, que recebeu diversos elogios por sua atuação como o Coringa.

Segundo o site Cinema Blend, o estúdio também tenta fazer com que O Cavaleiro das Trevas seja o filme mais assistido da história dos Estados Unidos. Atualmente, quem detém esse título é Titanic, de James Cameron, com US$ 600 milhões de arrecadação.

Em dois meses de exibição, Batman conseguiu US$ 512 milhões e já saiu de cartaz em algumas salas. Com uma nova proposta de marketing aliada a um lançamento viral, as chances de atrair novos públicos aumentam. Resta saber se a Academia do Oscar vai aceitar fazer uma indicação póstuma.


Fonte:Terra


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