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 Mysterious smile, Aberto
Edward McCarthy
Posted: Apr 5 2009, 12:54 PM


Drakon - 7º ano


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O dia tinha amanhecido sombrio e melancólico com a neblina invadindo os corredores longos de Kolguev, para mim era um dia agradável pois não sou muito fã daqueles verões longos e quente… apesar de ter lembranças agradáveis dos longos verões na ilha a qual pertence a minha família, os dias melancólicos em Kolguev fazia-me sentir mais poderoso.

Mas o poder é algo que já existem em mim desde que nasci, afinal eu sou um McCarthy, poder é o que eu sou. Corre em minhas veias a coragem e a ousadia.

Segui para todas as aulas, algumas eram interessantes outras eram tão aborrecidas que apetecia-me lançar um feitiço no professor, mas claro que eu nunca faria isso… afinal eu sou visto praticamente como um príncipe encantado. Sou bonito, educado, rico e puro… eu sabia que eu fazia as mulheres cair aos meus pés e eu adorava brincar com isso.

Apesar de eu sentir tudo isso, havia apenas uma mulher que tinha o meu total respeito e confiança, era a minha doce Isabella DeWinter… de uma família tão pura como a minha, fazíamos o casal perfeito e eu sabia disso.

As horas foram passando e eu sabia que meu irmão e Bella ainda estavam na aula, afinal estão no mesmo ano. Isso queria dizer que eu poderia ter um tempo para mim. Comecei a andar lentamente pelos corredores do colégio sem rumo e evitando as garotas histerias quando eu passava. Céus eu sabia que eu era lindo mas não precisava disso… algumas eu ainda falava, os rapazes eu apenas cumprimentava de longe. Afinal ser um McCarthy requer isso, manter sempre a aparência de bom moço para todos.

Enquanto eu andava sem rumo passei pela Sala de Armas, apenas para dar uma olhada, a sala era repleta de armaduras, varinhas e armas trouxas. Muitas varinhas eram de bruxos conhecidos e em baixo havia uma placa a explicar o que o bruxo fez. Observei atentamente a tudo e decidi me sentar no sofá a frente da lareira.
Tirei um livro que eu levava com o titulo de:

Magia das trevas, como eliminar seu inimigo.

Era um livro interessante, era uma mistura de romance, mistério e claro tinha umas dicas de como eliminar os inimigos… bem realmente era algo que eu adorava.

Fiquei ali a ler tranquilamente quando senti alguém entrando na sala, fechei o livro e guardei no casaco azul-escuro. Afinal eu era o bom moço, não poderia ser pego com um livro desse.

Passei a mão rapidamente pelo cabelo e virei-me para encarar o intruso ou intrusa.


- Olá. – Eu disse simplesmente

This post has been edited by Edward McCarthy on Apr 5 2009, 12:57 PM


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Anita Donovan
Posted: Apr 5 2009, 08:41 PM


5 º ano - Tygr


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Porque nada é como nos cogitamos que deveria ser? A linha tortuosa do destino por assim dizer, segue por caminho que nos jamais optaríamos se tivéssemos o direito. Então a confusão que se forma em sua cabeça quando se caminha pela íngreme estradinha de tijolos amarelos e se chega a um terrível pântano venenoso? Quando se é experiente em reviravoltas o Maximo que se sente talvez venha a ser uma leve vertigem, mas na adolescência. Meus caros, isso pode ser o pequeno estopim para um cruel distúrbio irreversível.

Naquele fim de tarde, um costumeiro dia gélido coberto de branco... Rússia, belo lugar para se pegar uma gripe. Afinal ou acostumasse com a pouca quase nula temperatura ou torne-se um picolé ambulante pelos corredores de pedra antiga. Ate os velhos quadros de velhos bruxos russos se encolhiam em suas molduras doiradas numa tentativa quase frustrada de achar algo quente naquele papel poido e amarelado. O castelo estava quase deserto, não por completo claro, afinal quase todos os alunos se recolhiam as suas caminhas confortáveis e aquecidas ou tremiam durante alguma aula estúpida. Só loucos caminhavam naquele lugar... Era tão frio e sombrio que reproduziam com perfeição as ruas manchadas de sangue da velha Londres

Porem passos de um salto grosso e ainda assim delicados eram brevemente sonoros naquele lugar, chocando-se com o chão em passadas leves e suaves, como se flutuasse sobre o antigo piso de mármore. Para onde eles iam? Nem ela mesma tinha conhecimento, apenas deixava os pés cobertos pelo belo par de botas negras a guiarem. Em que corredor estava não fazia Idea, mas estava tão perdida quando uma formiga naquele castelo. Não por displicência, mas sua cabeça não se interessava em marcar caminhos nem voltas. Estava mais incomodada em desvendar segredos escondidos tão cuidadosamente de se. Que se Melin entender-se jamais a deixaria de tal forma.

segredo idiota” sua cabeça latejava, as ultimas palavras do Drakoniano ainda ecoavam por seus pensamentos de tal forma a machucar. Quem em sua sã consciência acreditaria naquela mentira deslavada que ele lhe contara? Mesmo que houvesse agido da forma mais racional que conseguira, sim há segredos que merecem ser escondidos para o próprio bem, mas ela já sabia de mais e esconder detalhes tão singulares chegavam a ser quase um crime. – Conhecida de escola... Há faça-me o favor!- As palavras eram carregadas de ironia, não que fossem dirigidas a alguém, ela não estava em um estado muito compreensível. Era tudo surreal de mais para seus devaneios inconstantes, havia saído pela manha na tentativa de pensar. Sujeita a uma nevasca apavorante que ao menos a ajudaram a pensar. Com tanta neve alguma idéia iria lhe surgir.

Não que isso fosse comum para as pessoas, mas para ela neve era uma das formas mais fáceis de pensar e refletir, cada floco branco que chegava ao chão atravessando uma imensidão forte e ao mesmo tempo tão frágil, a neve era cálida e imprevisível, jamais saberíamos onde ela cairia e quanto tempo duraria... Tão destrutiva quando bela. Quem não admiraria as belezas impostas pelo frio glacial da Finlândia. Os lagos congelados e os pequenos pingentes nas arvores, o fraco sol refletir sobre as escadas de mármore transformando-as em puro diamante. Era tão puro e divino. Porem mortal!

Talvez realmente fosse a copia fiel da neve, pura e inocente, mas destrutiva quando contrariada, não se segura à neve, não ha possibilidades de conte-la... Talvez seu humor negro só fosse uma simples referencia ao que lhe forçavam a ser. Uma vida não sofrida porem mais lotada de defeitos do que se poderia imaginar. Anita era humana e contudo possuía suas falhas. Para alguns a pobre vida de menina rica seria uma ironia incontida, mas talvez nem eles estivessem prontos para suportar o que uma conta recheada traria junto. Egoísmo, insanidade, arrogância, esses, eram apenas pequenas provas do quanto aquele mundo era difícil para alguém que não nascera para aquilo.

Uma verdadeira grifinoria ou tygrina como preferir, honrada e corajosa, incontida e ardilosa, mas um coração tão nobre quanto aquele não tornasse impune de ser corrompido, e a cada dia a barreira erguida por se mesma derretia. Cada vez era mais mencionada no mundo macabro em que evitara viver. Talvez fosse apenas uma garota mimada que se negava a seguir o gosto de sua mãe fútil, ou talvez muito mais... Quem saberia?

Aquele fim de tarde não acorrera nada de especial, apenas mais um dia qualquer e frio, mas para a bela morena nada era potencialmente normal. Ou nada era realmente aceitável. Porque sua vida não podia ser comum?

Seus pés já começavam a doer e as pontinhas dos dedos ser tornavam mais dormentes a cada paço, talvez descansa fosse plausível depois de caminhar por metade do castelo sem nenhuma intenção ao certo. Ergueu os olhos azuis que tomaram um tom acinzentado intrigante e perturbador enquanto encarava a porta fechada a menos de meio metro de se. Talvez a sala de armas fosse uma boa pedida, já acontecera tantas coisas naquele lugar que não seria mal algum relembrar e tentar compreender. E espadas era sua paixão. E jamais negaria isso.

Em passos lentos e com atos delicados como fora treinada a fazer abriu a porta da sala esgueirando-se para dentro. O lugar levemente aquecido era notoriamente mais acolhedor, com suas armaduras espadas escudos e varinhas... Ani sentiu-se quase em casa, afinal ser encarada por não ser bem o biótipo de garota aclamada pelo lugar... Sua postura imponente era invejada provavelmente, mas as roupas caras porem simples não atraiam o olhar, eram simples e o avesso do sexy, calmas largas de uma tonalidade esverdeada, botas negras e uma camisa de mangas curtas negra. E estava pronta para uma guerra com os cabelos longos presos em um rabo de cavalo frouxo, sem maquiagem ou qualquer enfeite estúpido, era ela pura e linda mesmo que não desejasse isso.

- han.. Desculpe!- falou sem, nem encará-lo, na verdade tinha idéia de quem se tratava,era ligada a vozes e reconheceria aquele tom a distancia como o de tantos outros, mas se quer saber... Para ela, ele não era nada.

[off- invadindo...]


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Edward McCarthy
Posted: Apr 6 2009, 04:47 PM


Drakon - 7º ano


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Encarei atentamente a figura, era uma jovem garota de olhos azuis e longos cabelos pretos, eu a reconhecia de algum lugar mas no momento não lembrava-me de onde… pude logo notar que era mais nova do que eu talvez estivesse no 4 ou 5 ano. Mas quer saber de uma? Para mim tanto faz, não pretendo nutrir uma amizade aqui. O que existem são aliados, e eu não imaginava-me sendo aliado desta garota que mal encarou-me. Jogar era minha vida e quem melhor que as pessoas a minha volta para serem usadas como peças? Eu amava um bom jogo, principalmente eu fazendo o xeque-mate.

Respirei fundo e lembrei-me de algo que David sempre diz “sorria sempre, sorriso é considerado como forma de afeto e demonstração de todos os tipos de aceitação, claro não escolha um sorriso sarcástico se quiser conquistar, o sorriso em si, simples e espontâneo atrai as mulheres.” Não que eu quisesse atrai-la, mas eu era visto como um bom moço… mal eles sabiam o que eu era capaz de fazer, mas confesso que era divertido ver eles pensando isso de mim.


- Prazer sou Edward McCarthy. – Passei a mão rapidamente pelo cabelo, eu sabia que ela reconhecia-me todo mundo reconhecia-me… respirei fundo e a encarei nos seus olhos azuis, ela era bonita… suas roupas dava para perceber que eram caras, mas realmente ela parecia que ia lutar ou algo assim, deveria ser daquelas que não se importava com o que vestia, o que era uma pena pois ela poderia ficar ainda mais bonita. Queres se sentar? – Eu apontei para uma das poltronas perto de mim e sentei-me aguardando se ela me deixaria sozinho ou aceitaria o meu convite.

Encarei a lareira por uns segundos e depois fixeis os olhos na minha companheira, o que ela decidiria? Muitas vezes a vida nos oferece dois caminhos diferentes para que possamos atingir nossos objetivos, o fácil e o difícil. Mas como no jogo de altos e baixos, um caminho fácil pode nos levar ao ponto de partida.

[Off: Seja bem vinda!]


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Anita Donovan
Posted: Apr 6 2009, 09:10 PM


5 º ano - Tygr


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Não! Eles não eram tão estúpidos assim, mas porque os homens teimavam que eram superiores... Coisas que vamos aprendera conviver, eles não são! Mas não adianta discutir um assunto tão superficial quanto aquele, afinal eram burros de mais ate para admitir uma derrota eminente... Talvez conviver com dois dos espécimes mais inacreditáveis do mundo bruxo fosse algo ao seu favor, sinto informar, mas Anita Donovan não cairia em falsas ilusões.

Depravasse com Edward McCarthy, mais um de família conservadora e com aquele ar superior que tanto odiava. Eles não eram nada, mas se achavam tudo apenas por um nome com algumas letras incomuns. Pobres, adoravam o fato que ela em seu lugar odiava. Seu sobrenome imponente. Anita ao contrario das grandes famílias ricas odiava o cargo que usufruía, o que todos tinham contra crescer sobe seu próprio nome? Donovans, McCarthys ou qualquer coisa parecida, são apenas mais letras em um nome comprido, mas quem ele seria sem o dinheiro ou a pompa de seus pais? Adam, seu irmã mais velho era uma simples demonstração de um gênio ruim, honrado e integro com o que lhe convinha, afinal um Grifinorio jamais poderia ser diferente, mas a arrogância daquele garoto superaria tudo, e lhes garanto sem seu nome ele ainda assim seria o Adam que todos podem ver; sua fama não provinha disso, e sim de suas táticas infalíveis.

Dia após dia era imposta a conviver com a prole magnata de festas badaladas, não haveria uma só família ao menos influente que não conhecesse, todos da mesma laia, apenas magnatas sem coração. Apenas jogadores que estava acostumada a manobrar.

- Hum, Anita... Mas como vocês preferem falar. Grimaldi Donovan. – falou com o tom de voz costumeiro, como todos naquele mundo amavam tal cordialidade. Então entrassem na roda, seus nomes fortes e com certeza, terrivelmente respeitados e porque não dizer, temidos. Os Donovan se igualavam a qualquer um como a família mais poderosa do norte da Europa, sem comparar à descendência direta com o principado Norueguês sendo talvez a 9ª a linhagem do trono. Uma família influente poderosa dominadora de dois países considerados potencias bruxas, entretanto com certa tendência a pouca anistia... Eram em sua maioria, o que de mais comum entre aquele mundo. Ricos e impiedosos, como de certo aquele loiro deveria conhecer, afinal sua família não era muito diferente.

Talvez não houvesse sido uma boa idéia adentrar naquela sala adornada por símbolos da morte. Espadas magníficas que provavelmente foram a ultima coisa que diversos bruxos viram em seu leito de morte. Laminas mágicas; rubis, diamantes, esmeraldas entre outras jóias adornavam as bainhas dependente do que significavam. E Anita não pode de deixar de admirar uma espada já conhecida para se. A velha espada de um dos maiores guerreiros russos, o homem valente e honrado que morreu em batalha com sua espada em mãos defendendo a quem amava... A bela espada de prata com safiras. Linda e impecavelmente afiada reluzia sob as chamas fracas da lareira que trepidava mansa ao canto da sala.

-Aceito..!- memorou antes de puxar a espada de seu armário e dirigir-se a uma poltrona solitária de frente ao garoto, sentara-se como uma verdadeira dama, pernas cruzadas e gestos delicados, porem a espada quebraria parte da mascara de boa menina, manuseava aquela arma bem de mais para uma amadora, mas poucos saberiam diferenciar. Anita desembainhou a arma jogando a bainha cravejada ao seu lado, jóias não lhe enchiam aos olhos, mas não negaria que a lamina era no mínimo encantadora.

-Gosta de espadas?- sussurrou para o garoto a sua frente sem realmente olhá-lo, os olhos azuis acinzentados de minutos atrás agora totalmente límpidos como um dia de sol, seus olhos iam de acordo com seu humor, e nada como uma boa espada para espairecer...


[off- Desculpa a ani... ela é chatinha mesmo mas eu amo minha pequena ^^]


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Edward McCarthy
Posted: Apr 8 2009, 06:52 PM


Drakon - 7º ano


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Observei atentamente a criança a minha frente, então ela era a talpeste querida Denovan… eu conheci muito bem os Denovan, afinal éramos todos amigos. Como todo mundo dizia manter os amigos perto e os inimigos ainda mais perto… não que os Denovan fosse um inimigo, mas é sempre bom esta atento no nosso mundo. E quando eu digo no nosso mundo é dos puros e ricos, é um mundo onde temos de tomar cuidado para não sermos traídos pela nossa própria família, sorte que a minha família era muito unida diferente de muitas outras que só pensavam em poder.

Ela aceitou sentar-se perto de mim, mas antes ela pegou uma espada… o que diabos ela ia fazer com aquilo?! Não que eu tivesse medo dela, afinal era uma criança comparada a mim, mas no nosso mundo sempre somos ensinados a nos defender desde cedo.

Anita perguntou-me se eu gostava de espada, porque? Será que pensa em fazer um duelo? Tentei não rir, porque era uma cena patética, uma menina como ela tão pequena com uma espada que era quase maior do que seu próprio corpo… olhei para a lareira e lhe respondi educadamente.


- Sim eu adoro espada, tenho algumas na minha casa. Mas prefiro a varinha, é mais divertido. – Eu disse com um sorriso sincero, agora eu já não queria jogar com ela, quer dizer eu queria… mas ela tinha algo que estava a irritar-me… talvez seja a idade, muito nova para o meu gosto. – E pelo visto maneja muito bem, aposto que seus pais lhe ensinaram como se defender com isso… todos eles fazem.

Respirei fundo e encarei a jovem a minha frente, tão delicada… mas eu conhecia pessoas como ela que eram um anjo por fora mais um demónio por dentro, e uma delas era a minha amada namorada. E confesso que eu amava ela assim, desta maneira eu saberia que ela estaria sempre segura.

Eu não gosto de imagens, nem de falar mal delas, só sabem de boatos e de lágrimas, neste mundo de caras falsas e aparências, eu me perco entre tanta hipocrisia. Mas o que eu poderia fazer, eu tinha de jogar o jogo ou eu seria eliminado na primeira rodada.


[Off: Sem problemas, o meu Ed é meio misterioso... nem eu compreendo bem este person cool.gif ]


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