> • AVISOS •
Digite o que você quiser aqui.


 

 It wasn't me..., ABERTO! :D
Helios Chronus
Posted: Feb 26 2009, 07:49 PM


Professor de Adivinhação


Group: Professores
Posts: 5
Member No.: 356
Joined: 25-February 09



Dia sem aulas, já que os alunos ainda estavam voltando das férias pouco a pouco, então nada melhor do que um passeio para conhecer o lugar, no qual ele havia chegado há apenas 2 dias. Queria conhecer um pouco mais do castelo, e se possível dos terrenos, já que estava acostumado com o clima mediterrâneo da Grécia, e não se dava muito bem com o clima frio.

Com seu costumeiro e surrado terno marrom, Helios saiu do seu aposento andando a passos largos, mas não com muita pressa. A calça estava curta, não cobria metade da canela, e o paletó mal alcançava os pulsos. Andando pra lá e pra cá nos corredores, meio desorientado - o que não era nada raro - ele saiu subindo e descendo escadas, levantando a mão para cumprimentar cada pessoa que passava, e olhando tudo de perto. Tudo MESMO. Até os buraquinhos na parede ele fazia questão de parar e observar.

Com a péssima mania de 'ver com a mão' que tinha, acabava derrubando muitas coisas pelo caminho, e sempre resmungava de seu jeito costumeiro, erguerndo o lábio superior e proferindo xingamentos que provavelmente eram gregos...

Quando cansou de andar, entrou na primeira porta que viu, e sentou-se em uma cama... Batendo os pés no chão, seu pescoço e os olhos não paravam, percorrendo o local. Muitas camas, biombos, e uns armários no fundo da sala. Ele achou o local bem pitoresco - se é que ele sabia o que significava isso, mas foi a primeira palavra que lhe veio à mente. Como a curiosidade era seu nome, foi até os armários e abriu para ver o que tinha dentro. Riu sozinho quando viu inúmeros vidrinhos, todos rotulados, de remédios. Assustou-se e deu um pulo, virando-se para a pequena porta quando a viu abrir ao seu lado, e uma mulher toda de branco saiu. Ele a reconheceu, era a enfermeira que, como ele sendo um professor, pediu para que vigiasse a enfermaria enquanto ela ia resolver um assunto. Ele apenas ergueu a mão, aceitando.

Assim que Madame Pinkis fechou a porta atrás de si, ele esfregou as mãos e riu, como uma criança quando vai fazer arte. Pegou os vidrinhos um a um, começou a abrir e ver, cheirar... Alguns até colocava na boca, cuspindo e resmungando em seguida. Quando foi guardar um dos vidrinhos que pegou, acabou derrubando sem querer, e dessa vez o resmungo foi dos grandes.

Olhou para todos os lados, chutando com o pé o vidro quebrado para baixo do armário, assoviando. Ninguém podia entrar ali naquele momento, pois além de ter acabado de quebrar o vidro de remédio, o cheiro que o líquido exalava era horrível! Se pensassem que o cheiro era dele, seria internado na hora...



[Off: ABERTO!!]

This post has been edited by Helios Chronus on Feb 26 2009, 07:52 PM
Top
Emmeline Vance
Posted: Mar 10 2009, 08:13 AM


6º ano - Tygr


Group: Tygr
Posts: 26
Member No.: 345
Joined: 23-February 09



O clima estava frio, do jeito que normalmente gostara. Emmeline apesar do frio usava uma saia preta e blusa branca, com seu sobretudo preto que chegava-lhe até os joelhos e uma linda bota de camurça preta que chegava aos seus tornozelos, como de costume exibia um lindo salto. Como ainda não conhecera direito o lugar onde iria estudar, resolveu então que nada melhor que um passeio para poder admirar o belo local.

Andava tão distraída pelo corredor que não percebeu que havia mais a sua frente um objeto grande, com alguns entalhes em pontas. Não poderia ter acontecido pior, batera com a perna no objeto, que agora sangrava, no mesmo instante seus olhos encheram-se se lágrimas. Um "AIII" bem sonoro foi pronunciado. Por sorte havia avistado mais a frente uma porta na qual estava escrito Ala Hospitalar. Com muita dor chega até lá e abre a porta.

Havia um homem ali dentro e um líquido de cheiro forte estava caído ao chão. Parecia ser algum tipo de remédio, já sentira esse mesmo cheiro antes. Se aproxima com um pouco de dificuldade de um dos biombos e se senta na cama. Ainda com a perna a sangrar, analisa seu ferimento, precisaria de algo que removesse as impurezas. Não era grande mas sangrava muito. Levanta-se calmamente dirigindo-se até o armário no qual aquele homem se encontrava em frente e pega uma gase e um líquido que agora exalava um cheiro agradável. Passa a gase para retirar o excesso de sangue e aplica um pouco do líquido sobre o ferimento, que agora fazia pequenas bolhas. Assim que termina Emmeline aponta sua varinha para o ferimento e pronuncia "Episkey", que agora se fechava.



- O senhor está bem? Parece meio atônito

Diz ao se levantar. "Ele deve estar me achando maluca por sair mexendo no armário sem a enfermeira aqui".


This post has been edited by Emmeline Vance on Mar 13 2009, 06:05 PM
Top
Helios Chronus
Posted: Mar 17 2009, 01:20 PM


Professor de Adivinhação


Group: Professores
Posts: 5
Member No.: 356
Joined: 25-February 09



O inexperiente e irritado professor de Adivinhação estava olhando para todos os lados da Ala Hospitalar, como se adivinhasse que alguém iria aparecer a qualquer momento... Abaixou-se e olhou embaixo do armário onde o vidro quebrado estava depois de ele ter "varrido a sujeira para baixo do tapete", respirou fundo. Levantou-se resmungando mais do que nunca, com o cheiro. Então viu a porta se abrindo devagar.

Uma garota entrou, devagar, passando por entre as camas. Estava visivelmente machucada, já que a mancha de sangue em sua perna não era nada pequena. Como era um homem de poucas palavras - e muitos resmungos sem sentido - ficou quieto, só observando. Juntou as mãos, encostou-se no armário, e ficou assoviando. A garota sentou-se em uma cama, e ele logo já teve uma de suas idéias mirabolantes, que sempre terminavam em algo desastroso. Por sorte, da garota, ela se levantou da cama antes que ele fosse até ela se fingindo de enfermeiro.

Ficou só olhando-a chegar perto dele, abrir o armário - visivelmente estava incomodada com o cheiro - e pegar uma gase e um líquido. O Sr. Chronus ficou só olhando, muito curioso, e uma ou duas vezes esticou o dedo apontando o ferimento, como se quisesse tocá-lo. Quando terminou, a menina lançou o feitiço, que fechou o ferimento. Logo em seguida, perguntou se ele estava bem.

Pronto, era sua deixa para ir embora, e deixar a garota ali para ser pega no ato, mexendo no armário de remédios sem autorização e tratando a si própria sem a enfermeira. Claro que jogaria a culpa do frasco quebrado nela... Helios abriu um sorriso muito simpático, e soltou um quase irreconhecível "Sim!". Logo acenou para a garota e foi em direção à porta.

Caminhava tranquilo, mas quando viu que a porta se abria, e a enfermeira estava voltando, tratou de começar a resmungar, mexer os braços e foi até a enfermeira, chamando-a. Praticamente puxou-a pelos braços até o armário, onde a garota terminava de fechar seu ferimento. Chegando lá, não falou nada, pois era um homem de poucas palavras, coisa que quase todo mundo já sabia. Apenas tapou o nariz, indicando o odor do remédio que estava no chão, apontou o líquido caído, e logo em seguida apontou para a garota - e deu um sorriso muito cínico para a menina, que a enfermeira não pôde notar. Depois olhou para a enfermeira, e abriu as mãos, fazendo um gesto de quem não sabia de nada, e ficou parado, olhando feio para a garota.

Sempre que tem um problema, arrume alguém para resolvê-lo, e aquela garota estava no lugar e hora certos para ajudá-lo. Sorte dele, azar o dela...



[Off: Ações da enfermeira, como não é personagem de ninguém, qualquer um pode fazer! Então, se quiser colocar alguma ação para ela no seu post, fique à vontade!]

This post has been edited by Helios Chronus on Mar 17 2009, 01:20 PM
Top
Emmeline Vance
Posted: Mar 17 2009, 07:58 PM


6º ano - Tygr


Group: Tygr
Posts: 26
Member No.: 345
Joined: 23-February 09



Emmeline estava incomodada com aquele cheiro desagradável. E o homem estava a olhando de um jeito estranho, como se quisesse colocá-la em uma situação difícil.

Quando havia perguntado se ele estava bem, obteve apenas um sim. Vendo-o então se dirigir a porta e acenar. "Não acredito que ele vai fazer isso. Me deixar aqui como se quisesse que eu fosse pega por algo que não fiz! isso não é comportamento para um adulto."
Não acreditava no que estava vendo. No mesmo instante ele abre porta deparando-se com a enfermeira.

Não tardou a ver suas dúvidas se concretizarem. Ele resmungava e gesticulava. Mostrou a enfermeira o líquido derramado e apontou para a garota que o olhava incrédula. "Era só o que me faltava, mal cheguei e já fui colocada em uma situação dessas".


-Senhorita, poderia me informar o que aconteceu aqui? - a enfermeira bradava visivelmente irritada.

"Que ótimo!. Mesmo que eu fale tudo, ela não vai acreditar em mim".

-Não faço idéia do que aconteceu com esse líquido. Quando eu cheguei aqui ele já estava caído. - falava tranquilamente - Eu havia me machucado quando andava pelo corredor, como sou nova, andava reparando as coisas, mas acabei topando com um objeto, e feri minha perna. - a gase com sangue ainda em suas mãos - Sei que não deveria, mas, sim, abri o armário de remédios para pegar a gase para tentar parar o sangramento e uma poção para limpar o ferimento. - diz mostrando a gase e a poção - Mas esse líquido já estava caído ao chão quando cheguei.


A senhorita não deveria ter mexido no armário sem minha presença aqui e muito menos sem permissão. As poções que estão aqui, levam tempo para serem preparadas e você deve saber muito bem disso. - dá um suspiro nervoso - Quanto ao líquido, já não adianta fazer mais nada e nem ficar acusando ninguém. Vamos fazer o seguinte. Dessa vez sua punição não será tão severa. Sim, será punida por mexer no armário. Terá apenas que limpar essa bagunça e organizar os itens no armário, sem utilizar magia. E nem adianta reclamar. Tudo bem professor Helios, está tudo resolvido.

Emmeline responde um "Sim" a enfermeira. Estava sentindo-se frustrada. "Um professor! Como ele pôde fazer isso!"
Sentia vontade de matar aquele ser que havia a colocado naquela situação. O olhava com fúria. E ele continuava com aquela pose fingida e a fitando cinicamente
"Eu devia ter percebido que uma coisa dessas iria acontecer. Mas esperaria isso de alguém mais jovem. e ele é um professor. Agora não tem mas jeito. E ainda vou ter que limpar isso".
Emmeline voltou seu olhar para o líquido.O professor devia estar a encarando vitorioso. Uma raiva crescia dentro de si nesse momento. Mas conseguiu contê-la. A última coisa de que precisava era de mais problemas.
Logo, pegou um pano e o material de limpeza e começou a retirar o líquido esparramado pelo chão.






[off - Que maldade! Mal cheguei e já me colocou em confusão! Como é apenas, a primeira encrenca, vou deixar passar, não vou me punir muito tongue.gif
Nem pensar, a coitada não fez nada! huahuaha
isso vai ter volta!!!!]

This post has been edited by Emmeline Vance on Mar 18 2009, 12:45 PM
Top
Helios Chronus
Posted: Mar 30 2009, 11:13 AM


Professor de Adivinhação


Group: Professores
Posts: 5
Member No.: 356
Joined: 25-February 09



O professor de Adivinhação não era uma má pessoa, só era curioso e por isso se metia em muitas confusões devido ao seu jeito. E como se safar delas? Simples, arrume alguém para colocar a culpa, faça cara de inocente e tudo ficará bem. Assim que terminou de falar, a enfermeira já visivelmente irritada, olhou para a garota e perguntou a ela o que havia acontecido ali.

A garota começou a falar e Helios olhou-a ameaçadoramente, para evitar que ela falasse qualquer coisa sobre ele. Ela nem saberia, pois quando chegou o líquido já estava no chão e odor espalhado pelo local, mas por via das dúvidas era melhor certificar-se de que ela não falaria nada. A novata apenas falou que não sabia o que tinha acontecido, e explicou que tinha machucado a perna, por isso mexeu no armário.

Quando ela terminou de falar, Helios olhou para a enfermeira, fingindo um mixto de surpresa e indignação quanto à garota ter mexido no armário, e a enfermeira não deixou por menos: mandou-a limpar toda aquela bagunça. A garota, visivelmente frustrada, começou a pegar os panos e a limpar.

- Bom, tenho que voltar aonde estava, só vim aqui para me certificar de que estava tudo certo, e ainda bem que vim, mas já tenho que voltar pois o diretor precisa de uma ajuda. Portanto, não mexa mais no armário garota, e Professor Helios, muito obrigado por me avisar sobre os mau elementos dessa escola. Com licença.

Helios consentiu com a cabeça ao agradecimento da enfermeira, e ambos viram-na sair da ala hospitalar de novo. O professor virou-se para a garota, que começava a limpar a bagunça, apontou para ela e deu um risinho bem irritante. Em seguida, pegou sua varinha e apontou para o líquido, e com um feitiço silencioso fez tudo sumir do chão. Tudo bem, ele poderia ter feito isso antes, mas aí não teria a graça de ver a garotinha levar a culpa! Olhou para ela, deu um sorriso bem aberto, e falou "Pronto! Srta..." deixou a frase no ar, para que ela completasse com o seu nome, mas isso não ocorreu pois a porta da enfermaria abriu-se com muita força.

Um aluno entrou cheio de cortes no braço esquerdo, fazendo uma trilha de sangue por onde andava. Estava visivelmente em choque, e gritava alto. Helios olhou para a garota, e sem saber o que fazer correu até o aluno que acabara de entrar. Seu braço estava realmente muito feio, e ele estava perdendo muito sangue, teria que parar aquele sangramento, senão o garoto ia precisar de alguns cuidados mais especiais. Chamou a garota com a mão, e fez com que o garoto deitasse na cama.

- O que fazemos com ele? Ele está muito mal! - falou baixo para ela, esquecendo-se de que o professor ali era ele.
Top
Emmeline Vance
Posted: Apr 3 2009, 06:20 PM


6º ano - Tygr


Group: Tygr
Posts: 26
Member No.: 345
Joined: 23-February 09



Sentia-se extremamente frustrada, mas já não havia mais o que ser feito a respeito. A única coisa que poderia fazer agora é terminar logo com a limpeza do líquido mal cheiroso que a estava deixando tonta e enjoada.

Sempre fora alguém tão centrada nas coisas, raramente se metia em confusão, tudo bem que às vezes era um pouco atrapalhada e avoada, mas isso nunca lhe rendeu problemas. E agora estava num situação dessas.
A educação que recebera desde pequena, lhe mostrou que deveria respeitar a privacidade dos outros e evitar o máximo de confusões possíveis, pois sair delas é muito complicado.

Fora que ainda tinha o quesito "manter o nome e reputação da família". Por ser de uma das mais nobres e reconhecidas famílias inglesas, sempre tivera que manter a etiqueta. Não achava ruim o reconhecimento de sua família pelo mundo bruxo, mas às vezes gostaria de quebrar algumas das regras e se divertir mais. Mas sabia que isso não era tão simples assim. Seus movimentos eram monitorados pela imprensa que iria adorar uma manchete "As escapadas de uma das Vance" e isso iria atrair maus olhares e má reputação para sua família. E isso ela recusava causar.

Enquanto sua mente vagava com esses pensamentos, fora realmente surpreendida quando de repente o líquido que estava a limpar desaparecera por completo. Na mesma hora acorda de seu devaneio e vê o professor com a varinha apontada para o local onde antes estava repleto de uma poção deveras mal cheirosa. Emmeline o olha sem entender. Ao que parecia a enfermeira já não se encontrava no local, somente os dois novamente.
Escuta o professor dizer apenas
"Pronto! Senhorita...", quando de repente a porta da enfermaria se abre. Um aluno entra deixando uma trilha de sangue por onde andava, seu braço estava realmente machucado e gritava de dor. O professor corre apressadamente até ele e faz com que se deite. Emmeline ainda encontrava-se ajoelhada no chão e inerte.

Com uma cara meio abobalhada e surpresa percebe que o professor estava olhando para ela e achamando com a mão. Pisca dua vezes, tentando realmente crer no que estava vendo. "O que ele...como é mesmo o nome dele!?? Ah sim...professor Helios...o que ele quer que eu faça? Ai Merlin, espero não me meter em mais confusões"
Levantando-se calmamente dirige-se até onde o garoto estava deitado e olha para os ferimentos no braço dele. "Não são ferimentos comuns, o que será que andou fazendo para ficar com tantos cortes no braço?!" De um lugar distante escuta a voz do professor dizer-lhe baixo.
"O que fazemos com ele? Ele está muito mal!"

Emmeline o olha incrédula. Seus pensamentos trabalhando ativamente agora. "Fazemos??? Se eu fizer alguma coisa, vou ter que mexer no armário e isso me trará problemas. Mas se não fizer esse garoto continuará perdendo muito sangue. O que eu faço??? Porque eu???"

Meio atônita e ainda sem acreditar no que estava prestes a fazer, resolve ajudar o garoto."Esse garoto está com graves problemas, não tenho escolha, vou ter que ajudar de algum jeito." Aproxima-se mais da cama e olha mais atentamente para o ferimento.

"Marcas profundas, sangue jorrando, um feitiço apenas não resolverá isso. Vamos ter que limpar o ferimento e estancar esse sangramento. Teremos que usar poções, tanto internamente quanto externamente. Preciso de sua permissão para poder pegar as coisas no armário ou o senhor mesmo poderia pegá-las.
Vou falar o que são e o senhor decide o que é melhor.
Gase
Poção tranquilizante
Poção limpa-ferida
Essência de Ditamno"

Podemos usar o feitiço Episkey para estancar um pouco do sangramento e aplicar a poção limpa - ferida com a gase, para retirar possíveis microrganismos, em seguida, assim teremos o ferimento limpo. Mas precisamos que ele tome a poção tranquilizante antes de tudo, caso contrário sentirá uma dor ainda maior. E depois colocamos a essência de ditamno para curar os ferimentos. E o deixamos em observação com a enfermeira.


Emmeline falara tudo sem tirar os olhos dos ferimentos. Esperava realmente que funcionasse, caso contrário o caso do garoto se agravaria ainda mais. Voltando levemente seu olhar para o professor, esperava algum movimento ou resposta positiva a respeito daquela situação.
Top
Andrew Hartman
Posted: Apr 6 2009, 01:57 PM


5º ano - Volkk


Group: Volkk
Posts: 20
Member No.: 367
Joined: 28-February 09



Um ótimo dia para treinar feitiços! Sem aulas, sem chuva, sem Jennifer Alexis e sua voz esganiçada tirando sua concentração... Só precisava de um bom livro e um local reservado, e já sabia onde encontrar os livros com os feitiços mais complexos...

Claro, a biblioteca, onde mais? Olhou, procurou muito, até que encontrou um livro já meio surrado, com a capa soltando. Pelo que podia ver, muitos alunos já tinham se interessado por aquele livro, talvez pelo nome dele ser "Feitiços e Conjurações de Ataques - Nível Avançado". Andrew não era muito bom com feitiços, mas não gostava de pegar livros que ensinavam feitiços simples, queria ir direto para os mais avançados! Emprestou o livro da biblioteca, e foi até o seu local preferido para treinar escondido e sem ser perturbado: o corredor sem saída.

"Legal, esse livro tem vários feitiços que não parecem tão difíceis, e são muito bons em duelos! Este aqui... Sectumsempra... Vou tentar este!"

Apontou a varinha para a parede, e falou o feitiço. Nada aconteceu. No livro dizia que cortes profundos apareceriam, sangrando muito. Por que não haviam cortes na parede? Será que o feitiço fosse para ser feito só em pele? Olhou para seu braço esquerdo e para sua varinha na mão direita, pensou bem, e achou melhor não. Tudo bem que ele não conseguiria realizar o feitiço, mas e se por azar do destino, desta vez ele conseguisse? Ter seu braço retalhado não era o que ele esperava de uma lição de feitiços... Mas talvez o livro estivesse exagerando um pouco, e apenas alguns pequenos cortes aparecessem no braço. Resolveu arriscar.

Apontou a varinha para o braço esquerdo, com a sensação de que ia se arrepender disso. Fechou os olhos e falou o feitiço. A última letra do feitiço foi continuada por um grito alto, de dor, que ecoou pelas paredes cheias de teia de aranha do corredor. Abriu os olhos, e se espantou com a quantidade de sangue que jorrava de seu braço. Sentiu sua pressão cair, tinha que ir até a enfermaria o mais rápido possível. Guardou a varinha, sentindo-se cada vez menos consciente, e levantou-se segurando nas paredes. Foi andando, segurando o braço esquerdo com a mão direita, e escorando-se nas paredes. Por sorte a ala hospitalar não era longe, era só descer para o primeiro andar.

Conseguiu chegar no local sem desmaiar, estava visivelmente em choque, e já gritava com a dor, um pouco sem noção do que acontecia. Viu que havia duas pessoas lá, e o mais alto o fez deitar em uma cama. Logo em seguida, percebeu que os dois conversavam, mas ele não conseguia ver muito sentido, só entendia palavras aleatórias. A menina chegou perto dele, e ficou olhando o ferimento, enquanto falava com o homem que aparentava ser professor, como curar o ferimento.

- Por favor, o que forem fazer... só façam... rápido... - e terminando isso, sua cabeça caiu para o lado. Estava muito fraco, com o sangue saindo rápido de seu corpo. Se uma poção de cura e outra cicatrizante não fosse tomada rápidamente, ele poderia ter complicações muito sérias, e os dois presentes pareciam mais nervosos que ele.
Top
Helios Chronus
Posted: Apr 6 2009, 02:17 PM


Professor de Adivinhação


Group: Professores
Posts: 5
Member No.: 356
Joined: 25-February 09



O professor Helios olhava atônito e meio abobado para tudo o que acontecia. Sim, aquela menina parecia ser boa para curar ferimentos... Parecia. Ela só precisava da autorização dele para pegar os medicamentos no armário. O garoto realmente estava mal, e começou a sussurar, ao que o professor chegou perto e tentou ouvir. O menino parecia sem forças para falar, e pediu para que o curassem rápido, logo em seguida acabou perdendo a consciência.

O professor Helios só faltou sair correndo para todos os lados, puxando os cabelos e gritando, tal era o desespero em que se encontrava. Ele como professor, tinha o dever de curar o aluno já que enfermeira não estava presente, mas e se fizesse alguma coisa errada? Não queria ser responsável pela morte de um aluno, tinha acabado de conseguir esse emprego... E se fosse parar em Azkaban por isso?

O garoto, desmaiado, ainda sangrava, e a garota o olhava esperando uma resposta. Ele tinha que autorizá-la, mas não tocaria no garoto. Primeiro reviu tudo o que ela disse, e pelo jeito estava mesmo certa. Estancar, limpar, o ditamno para cicatrizar... Estava tudo certo, o que não estava certo era sua presença ali.

- Pegue o que precisa, e cure-o... Tchau! - acenou com a mão, e saiu da sala o mais depressa que pôde.

Nem olhou para trás quando se dirigia à porta, ela que se virasse sozinha. Afinal, era apenas uma criança, e se fizesse algo errado... bom, era apenas uma criança. Mas ele era um professor, e erros seriam inadmissíveis. Chegou na porta, deu uma olhada para trás, e olhou o garoto ainda desmaiado na cama. A garota parecia incrédula com o que via. Ela teria que se acostumar, as pessoas salvam a própria pele primeiro, antes de salvar a dos outros... Pelo menos Helios Chronus era assim. Fechou com uma batida a porta da ala hospitalar atrás de si, torcendo para que tudo desse certo, pois se alguma coisa desse errado, e a aluna abrisse a boca e contasse que ele fugiu, o professor de Adivinhação já podia imaginar seu futuro naquela escola... Sem fazer muito esforço...

[Fim da ação do professor, agora fica só entre os dois alunos ok?]
Top
Emmeline Vance
Posted: Apr 6 2009, 08:51 PM


6º ano - Tygr


Group: Tygr
Posts: 26
Member No.: 345
Joined: 23-February 09



Emmeline olhava atônita para o professor. O ferimento do garoto não parava de jorrar sangue. Precisava de uma resposta rápido, caso contrário, coias piores poderiam acontecer. O silêncio do professor a deixava ainda mais aflita. "Porque ele está olhando para mim desse jeito??? O que estará pensando? Preciso de uma resposta! Não posso ficar aparada aqui enquanto esse garoto sangra sem parar! E sem a enfermeira aqui, tudo piora!

Desviou seu olhar para o ferimento no braço esquerdo do garoto. Eram marcas profundas. Ferimentos assim não acontecem tão facilmente, ou ele mexera com algo ou alguém realmente perigoso, ou tentou fazer alguma coisa absurdamente louca.O que você andou fazendo para terminar assim??Perguntas e mais perguntas martelavam em sua cabeça, sem obter qualquer sinal de resposta.

Emmeline arfava tamanha era sua aflição. Já havia visto muitos tipos de ferimentos, visto que, seus pais eram aurores renomados. Mas ficava nervosa se não pudesse fazer algo para ajudar. Por isso se esforçara em aprender várias técnicas curativas, enquanto estudava na biblioteca de seu antigo colégio ou mesmo em casa com a ajuda de seus pais. E agora teria que pôr em prática o que aprendeu, isso se abtivesse uma resposta, que estava demorando demasiadamente.

Enquanto voltou seu olhar para o professor, escutara uma voz enfraquecida dizer
Por favor, o que forem fazer... só façam... rápido... Fazendo um movimento brusco com a cabeça vê o garoto desfalecer. Precisava de uma resposta rápida e foi o que conseguiu no mesmo instante. Pegue o que precisa, e cure-o... Tchau!Rapidamente o professor se drigiu a saída da enfermaria, deixando-a só com o garoto. Teria que fazer tudo sozinha, não tinha mais escapatória.

Andando o mais depressa que pôde foi até o armário e separou tudo o que precisava. Com o garoto incosciente teria que fazer tudo sem utilizar a poção tranquilizante, o que com certeza faria com que o garoto sentisse muita dor. Respirou fundo e começou a utilizar a poção limpa-ferida aplicada vagarosamente com a gase. Borbulhas afloravam a surperfície do ferimento, indicando que estava agindo corretamente, eliminando possíveis microrganismos.

Depois de três aplicações já não havia mais borbulhas nos locais o que significava que estava completamente limpo. Retirou sua varinha e se concentrou no feitiço. "Episkey". Única palavra pronunciada até o momento. O sangue estancara levemente. Abriu o frasco de essência de ditamno e deixou-a cair sobre os locais afetados. O certo seriam três gotas, mas o ferimento era extenso, então deixou que caissem mais algumas. Não muito, apenas o suficiente. Assim que terminara observa segundos depois uma fumaça esverdeada erguendo-se no ar e a hemorragia que antes estivera no local fora estancada imediatamente. A ferida parecia ter ocorrido há vários dias e uma pele nova estendia sobre a carne antes exposta.

Espero realmente que ele fique bem. Fiz o que podia. Pronunciara quase que inaudivelmente. É melhor eu pensar em alguma poção caso ele ainda se sinta enfraquecido e a enfermeira não tenha voltado. Sentou-se numa cadeira próxima a cama e ficou a fitar atentamente o local que alguns minutos antes, sangrava sem parar. Até que o cansaço lhe abateu, adormecendo.


This post has been edited by Emmeline Vance on Apr 16 2009, 08:06 AM
Top


Topic Options



Hosted for free by InvisionFree (Terms of Use: Updated 7/7/05) | Powered by Invision Power Board v1.3 Final © 2003 IPS, Inc.
Page creation time: 0.7766 seconds | Archive