Bem Vindo!
 

Fortuna...
Fama...
Poder...
O homem que teve tudo isso, o Rei dos Piratas
Gold Roger!

As palavras que ele disse antes de morrer mandaram incontáveis pessoas do mundo todo para os mares:

"O meu tesouro? Se vocês o querem, eu darei as vocês! Encontrem-no! Eu deixei tudo naquele lugar!"

Cheios de esperanças e sonhos, muitos homens avançaram pela Grande Rota. O mundo está agora na Grande Era dos Piratas!!!

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 Daniel Montbars
Black
Posted: Feb 5 2012, 06:27 PM


Newbie


Group: Members
Posts: 7
Member No.: 163
Joined: 2-February 12



Sobre o jogador...

Nome ou Apelido: Michel
Idade: 20 anos
Disponibilidade: Todos os dias durante a tarde e noite
Contato: PM
Como conheceu o fórum? Vi o link no One Piece Evolution enquanto procurava fóruns.

Sobre o personagem...


user posted image

[Fonte: Mest Gryden / Doranbolt – Fairy Tail]

Nome: Daniel Montbars
Apelido: --
Idade: 21 anos
Sexo: Masculino
Espécie: Humano

Grupo: Piratas
Bando: Just
Profissão: Carpinteiro e Historiador
Dinheiro: 220.000 B
Recompensa: 0 B

Personalidade: Carismático, curioso e perigoso são os três adjetivos que definem melhor Daniel. Com um sorriso no rosto, não tende a demonstrar de qualquer maneira que possa ser considerado um perigo para a sociedade mesmo com a cicatriz em seu rosto dizendo que “é mais fácil parecer bom do que ficar com cara de vilão” tratando desconhecidos e amigos com bastante educação, em especial os do sexo opostos. É do tipo que acredita “quando não é hora de chorar ou gritar, é hora de sorrir”. O mais estranho, é que apesar do seu sorriso, esse é extremamente pessimista normalmente falando fatos relativamente negativos com o mesmo sorriso que um médico afirmando “vocês terão um bebé”.

Um estudioso da historia e carpintaria, é extremamente curioso por natureza tendo um olhar tão analítico e fazendo tantas perguntas quanto um cientista ao encarar a invenção alheia. Livros são alguns dos seus melhores amigos sempre buscando novos em livrarias mesmo que muitas vezes prefira alugar esses já que não tem um lugar grande o bastante para armazená-los. Em especial, é fascinado por Akuma no Mis tendo memorizado o livro dessas durante a infância e sempre curioso quando novas versões desse são lançadas.

Claro, ainda falta o terceiro adjetivo. Apesar do bom humor constante, a partir do momento que você consegue tirar o sorriso do rosto de Daniel, se considere “Dead Meat”. Quando se sente insultado, quando presencia algo que o deixa indignado ou meramente por não estar de bom humor, até mesmo seu estilo marcial criado para alto-defesa pode ser considerada uma arma mais mortal que qualquer espada. Ele é extremamente ofensivo quando irritado muitas vezes ignorando ferimentos próprios em prol de causar o dobro desses sobre o oponente visando quase sempre quebrar os ossos deles ou lhe causar danos sérios, até mesmo matar se esse realmente tiver “pisado em seu calo”. Maneiras fáceis de fazer que entrem em tal estagio é ameaçar inocentes a sua frente ou simplesmente afirmar ser um agente do governo na sua frente tendo quebrado 58 % dos ossos de um imitador do grupo governamental e o entregado as autoridades, apesar de não saber que era um imitador até depois de ter quebrado 37 %.


Descrição Complementar: Daniel em um cicatriz de infância no lado esquerdo da testa além de um físico notavelmente forte para um estudioso devido aos “bicos” como carpinteiro. Tendo cabelos negros que mantêm curtos por escolha própria e olhos de cor verde, não se destaca em nada além da cicatriz. Tem altura de 1,85 m e peso adequado a essa.

Atributos:

Força: 5
Vitalidade: 4
Destreza: 3
Agilidade: 4
Inteligência: 4
Total de Pontos: 20

Akuma no Mi: --

QUOTE



Talentos:

Pontos de Talento: 1

QUOTE

Profissionais


    Construtor (1pt): Possui um maior conhecimento sobre barcos e consegue reparar danos maiores, sendo capaz também de projetar e construir navios. Recebe desconto em materiais e upgrades na oficina. Um construtor jamais fará um trabalho mal feito.

    Versátil (1pt): Você é capaz de desempenhar mais de uma função em seu navio. Permite que o personagem possua mais de uma profissão.







Combativos



    Estilo Próprio (2pt): O personagem é capaz de usar um estilo de luta próprio, de criação do jogador. O estilo deve ser especificado ao fim da descrição, entre colchetes. Custo pode aumentar dependendo do estilo. [Savate: Conhecido pelo nome “Boxe Frances”, é uma técnica de auto-defesa que surgiu nas ruas. Porém, apesar do nome, tem pouca semelhança ao boxe somente usando os punhos como forma de interceptar e quebra defesa dos oponentes já o real potencial ofensivo da arte do combate se basear em chutes usando principalmente a sola e parte frontal dos pés. Por ser um esporte de rua, as armas mais comuns são as mãos nuas e os próprios sapatos do usuário diferente de outros esportes que preferem que seus usuários estejam com esses removidos.]







Extras


    Resoluto (1pt): Você é capaz de passar 3 dias inteiros sem dormir e nem ao menos apresentar sinal de sono ou exaustão. Tem uma energia fora do normal, sendo capaz de andar por horas seguidas sem cansaço. Após um longo período acordado, a pessoa dorme por um ou mais dias inteiros sem intervalo, sendo inútil qualquer tentativa de acordá-lo.










Técnicas Especiais:

QUOTE



Itens e Equipamentos:

QUOTE


- Nori Cireur: Um par de botas negras feitas especialmente para praticantes de Savate feitas de matérias especiais solido o suficiente para aumentar o dano por impacto dos ataques além de facilitar a movimentação devido ao baixo nível de aderência da sola.
Classe: Arma Avançada
Bônus: +2 For, +1 Agi
Custo: 200.000 B

Caixa de Ferramentas: Um kit com todas as ferramentas e materiais que um carpinteiro precisa para fazer os reparos do barco. Um kit normal pode ser usado até 10 vezes.
Custo: 80.000 B
Aplicações: 10



História:

πρόλογος
    “Uma viagem de mil milhas começa com o primeiro passo”
    Mao Tse-tun
Jean Montbars, arqueólogo, fisicamente debilitado, “nerd” por natureza. Charlotte Montbars, construtora de navios, pessoa mais forte da companhia Navire considerada a melhor do West Blue, mulher mais forte da ilha de Poulet. Não, eles não são irmão e irmã, são resultado provavelmente do excesso de bebedeira de um cupido que provavelmente merecia perder seu emprego. Ninguém conseguia entender o que a poderosa Charlotte tinha visto no mero nerd que tinha ido para ilha inicialmente para investigar as ruínas recém descobertas ou como alguém fraco como Jean conseguia ter qualquer afeição por uma dama que era capaz de esmagar 90 % dos homens daquela ilha com um braço amarrado nas costas e fazia os piratas ficarem com medo de realizar a mínima pilhagem naquela região.

Porém, assim como a justiça, o amor demonstrava a qualidade dos cegos de ser incapaz de julgar por simples aparências pois aquele casal estranho ultrapassava muitos outros ais comuns em questão de dedicação e união entre ambos. Não demorou para que uma relação como a deles gerasse um abençoado fruto cujo a nomeação foi escolhida como Daniel Montbars. Uma criança de mente criativa e brilhante como o pai e porte físico robusto como a mãe com uma das infâncias mais prodigiosas que se pode ter quando não se é nobre.

Essa demonstrava ter herdado os talentos de ambos os lados da família, com um porte físico robusto, mesmo quando jovem já conseguia realizar o trabalho de muitos membros da companhia Navire até mais rápido que esses e com tanta qualidade quantos para orgulho de sua mãe. Pelo lado do seu pai, tinha herdado a sua curiosidade sobre historia a tal ponto que ao invés de ouvir contos infantis para dormir, ele preferia ouvir historias de civilizações ancestrais e lendas dos mares. Tais talentos chegavam ao ponto que seus pais somente brigavam para decidir se ele iria seguir a carreira da mãe ou do pai mesmo que de forma pacifica.

Sua infância seguia os caminhos da normalidade, sem nenhum interesse superior ou problema mesmo com os piratas que eram sempre expulsos pelos membros da companhia. Claro, também não teve uma infância muito animada quanto outras crianças afinal, a desvantagem de ser “brilhante” em duas linhas de carreira é que seus pais desejavam que sempre se aprimorasse nessa o criando de forma que estudar os mais diversos livros e realizar vários “trabalhos de treino” para a companhia na esperança de ambos que esse acabasse se interessando mais pelo seu lado do que o outro e seguisse sua carreira nisso.

Devido a estar sempre ocupado, não tinha muito tempo para conhecer pessoas da sua idade por esse motivo, quando tinha a oportunidade tentava manter um sorriso no rosto e garantir que essa gostasse dele mesmo que devido a sempre ler sobre historia, que tende a ser relativamente trágica com seus protagonistas, acabar desenvolvendo um pessimismo que não lhe ajudava muito a socializar mesmo com um sorriso. Outra prática comum para esse assim como muitos membros da companhia, já que essa “assumia” o papel de exterminadores de piratas para a ilha onde os Marine tendiam a ser mandados quando eram considerados inúteis demais para qualquer outro pelotão, a aprender uma maneira de combater.

Porém, apesar de ter herdado as habilidades com ferramentas da sua mãe, não herdava qualquer das habilidades de usar essas como armas sendo um completo inútil em combate armado. Vendo isso, essa acabou pedindo para Samuel, apelidado pelo rapaz de tio Sam, que lhe ensinasse um estilo de luta que tinha aprendido na cidade grande chamado Savate que não precisava de armas. Sua infância foi feliz pelo seu ponto de vista, pelo menos até os doze anos.

أطلال
    "A justiça está entre a piedade e a crueldade: o justo propende para a parte do piedoso; o justiceiro para a de cruel."
    Antonio Vieira
Foi aos doze anos, no seu aniversario o dia que seu pai finalmente tinha encontrado algo que “prestasse” naquelas ruínas que investigava desde de antes dele nascer. Uma sala oculta que havia passado pó de baixo do seu nariz por anos, vazia fisicamente porém com as paredes envoltas em inscrições em linguagem antiga, porém a mais perigosa dessas estava escrita em material negro anexado a parede. O nêmeses da arqueologia, a historia oculta que todos eram proibidos de sequer ler, Poneglyph, o receptáculo do lendário Século em Branco sendo tal ato que gerou a destruição de uma ilha quanto Daniel tinha cinco anos.

Naturalmente, todo o homem que não desejava ter sua cabeça tomada mantinha distancia absoluta de tal coisa, porém Jean talvez tivesse o enorme defeito da curiosidade em excesso pois decidiu manter segredo de tal descoberta e descobrir o que sequer havia escrito e tal coisa. Nessa época, ele se afastava da família naquela pesquisa incessante que somente preocupava Charlotte pela a idéia que se fosse descoberto, estaria pondo grande risco sobre si e sua família, porém ele não ouvia. Aos olhos de Daniel, parecia que ele estava possuído pela idéia de decifrar tal mistério.

Foram seis meses em que seu pai passava mais tempo nas ruínas do que na cama na sua esposa ou cuidando de seu filho até que finalmente esse chegava em casa assustado com seu resultado. Sem ao menos consultar sua esposa, esse usava o Den Den Mushi e contava um órgão governamental pedindo que viessem até ele pois tinha uma descoberta que nas mãos erradas, traria o caos absoluto. Assustado com a simples menção do termo Poneglyph, as pessoas que foram enviadas vestiam ternos negros e tinham uma aura tão assustadora que fazia Daniel tremer somente com a presença dessas.

Era dois homens de altura e físico que davam inveja para a maioria dos presentes da ilha chamados Edward e Pierre, sobrenomes não apresentados. Edward disfarçava com um sorriso falso e olhos tão finos que pareciam fechados além de cabelos lisos e brancos, porém a criança sentia o demônio que esse demonstrava ser somente pela presença desse como um sexto sentido dizendo para fugir de uma serpente venenosa. Pierre não disfarçava com uma face fria como um demônio, olhos vermelhos que diziam “desapareça” e cabelos negros e curtos. O segundo ficava quieto enquanto Edward falava sozinho com aquela face falsa perguntando qual era tamanha urgência que tinha feito que o arqueologista se desesperasse tanto.

Jean fez menção de levá-los até a câmara oculta, porém Charlotte insistiu que ela e Daniel os acompanhasse. Assim como a criança, ela sentia o perigo naquelas pessoas de tal forma com nunca tinha sentido mesmo com os piratas que invadiam a ilha e não desejava deixar monstros como aqueles ao lado de seu marido sozinho. Foi a primeira vez que viu o quarto que seu pai tinha adotado como seu por tantos meses, porém somente podia não conseguir imaginar como esse tinha o feito. Mofo, um cheiro detestável, pinturas nas paredes que a quatro anos antes lhe fariam ter pesadelos por uma semana.

Porém o maior atrativo era monólito negro preso a parede com inscrições que faziam tanto sentido quanto os desenhos de um bebé. Seu pai anunciava seu conteúdo assustado e pedindo constantes desculpas por ter ousado realizar a leitura desse apesar dos oficiais parecerem pouco se importar, ele dizia que aquele Poneglyph contava a historia de uma arma lendária inferior as três supremas, porém ainda sim poderosa o suficiente para destruir ilhas inteiras sozinhas, o Galeão de Batalha Lendário, Ares.

Um navio tão poderoso e rápido que poderia atravessar o West Blue em menos de três dias sem mudar o curso e destruindo qualquer obstáculo a sua frente que não poderia ser ameaçado nem mesmo pela mais mortal tempestade. Uma arma tão perigosa assim era mortal demais para existir, por isso Jean implorava que o monólito fosse removido e destruído para que aquela arma deixasse de existir a resposta foi clara:

- Será um prazer, apagaremos todos os vestígios do navio de guerra Ares. – Afirmou Edward com um sorriso enquanto confirmava com a cabeça para Pierre que finalmente revelava sua voz. – Já pedi aos meus Explosive Fireflys se plantarem pelo templo, eles irão explodir com um comando.

A noticia deixava a família presente chocada enquanto Jean se recusava a acreditar que iriam explodir o templo todo por somente um pedaço de pedra. Porque simplesmente não o removiam e o destruíam deixando aquele importante pedaço da historia continuar a ser estudado? A resposta foi simples e direta:

- Mas, e se tiverem outros quartos ocultos no templo com outras instruções de armas como esse. Não podemos nos arriscar, além do mais, você não deveria se preocupar, você vai ficar aqui com o templo. – Essa palavras batiam forte no coração dos presentes enquanto das mãos de Pierre, uma grande quantidade de aranhas saiam saltando sobre o arqueólogo e o prendendo junto ao monólito as paredes para surpresa. Daniel não podia estar mais surpreso ou assustado, mas reconhecia aquilo. Mure Mure no Mi, a fruta que permitia ao seu dono se transformar e controlar insetos e parentes desses como se fossem parte de seu próprio corpo como tinha visto num livro.

Charlotte imediatamente protestava, porém diferente do seu marido, essa preferia protestar com um martelo ao invés de palavra mirando a cabeça de Edward já que acreditava que se usasse o que aparentava ser mais fraco como refém, conseguiria escapar de lá com seu amado. Porém, mesmo acertando em cheio, não causava qualquer dano visível ao inimigo como se esse fosse feito de aço ou semelhante.

- Boa tentativa. – Afirmou Edward enquanto seu pescoço crescia se alongando e tomando um tom esverdeado enquanto suas feições eram alteradas as de um réptil enquanto sua pele clara era tomada por escamas cinzas e em um movimento o pescoço agora chegava a alcançar sua mãe a uma distancia de quase 2 metros. – Black Poison. – A boca dele se abria exibindo um interior negro abocanhando o pescoço da mãe de Daniel puxando um grito desse.

Em poucos instantes esse a soltava deixando duas marcas nesse com sangue e uma substancia negra pingando desses enquanto o corpo de Edward retornava ao normal. Hebi Hebi no Mi, Model Black Manba, outra fruta que tinha lido no livro e que não dava nenhuma preferência de ter encontrado pessoalmente. Edward fazia sinal para que ele e Pierre saíssem nem sequer olhando pra criança, porém enquanto davam seus passos para fora, o corpo debilitado de Charlotte pelo venenoso ousava segura a perna de Pierre.

- Por que fazem isso. N-Nós não fizemos nada... – Antes movida pela impulsividade, agora ela procurava respostas. Porque demônios como aqueles faziam tal coisa, tudo que tinham feito era tentar contar sobre uma problema que precisava ser resolvido, não tinham cometido nenhum crime nem planejavam nada do tipo. Porém a resposta foi fria por parte do homem inseto.

- Nada garante que seu marido não tenha anotado a maneira como construir tal navio ou a memorizado, assim como nada garante que vocês não irão o construir com os recursos de sua companhia. Para que a paz continue, o martelo da justiça deve ser capaz de eliminar qualquer ameaça. – Ela não conseguia compreender como eles podiam simplesmente matar pessoas que tentavam os ajudar, como eles podia simplesmente deixar os três lá para morrer ou destruir aquelas ruínas por uma simples pedra. Jean tentava gritar para pedir ajuda, mas teias cobriam sua boca e sua esposa não podia se mexer muito mais fardada a morrer mesmo sem a explosão pelo veneno mortal da mamba nebra. Em seu último esforço, essa implorou.

- E-Então... Por favor salve Daniel, ele não tem nada haver com isso. – O garoto continuava paralisado de medo incapaz de dar sequer um passo enquanto Charlotte colocava suas últimas esperanças que pudessem pelo menos deixar que seu filho vivesse.

- Testemunhas do Martelo da Justiça não serão toleradas. Que ele culpe o destino por lhe dar pais tão tolos. – Afirmou Pierre esmagando a mão da mulher que lhe prendia e abandonando o quarto oculto enquanto Edward ria de quão seu parceiro era frio daquela forma como se divertisse com a personalidade desse. Charlotte tentava incentivar o rapaz a fugir, porém esse não conseguia ouvir. O medo que sentia paralisava seus movimentos por completo, provavelmente até durante a explosão quando começou a ouvir o som das explosões, o rapaz abraço suas próprias pernas até sentir seu corpo deixar o chão em velocidade como se fosse puxado por algo mais rápido que qualquer coisa que imaginasse.

Seus olhos se mantiveram fechados o tempo todo até mesmo quando sentiu um choque contra sua cabeça e somente abriu quando caiu sobre solo sólido novamente e abriu os olhos vendo metade do mundo em vermelho. Colocou a mão sobre a testa e viu que sangrava, provavelmente por que alguma rocha ou semelhante se chocava contra e essa e quando finalmente notou, lá estava seu tio Sam preso sobre as rochas da entrada das ruínas esmagado com pouca consciência sobrando.

- Tio SAM! – Gritou quando finalmente recuperava sua voz quando notava uma das pernas dele de fora da caverna mesmo que com pedra cobrindo metade da mesma. Porém, essa estava diferente, estava aberta como se fosse uma flor com uma fina chama onde deveria estar seu joelho brilhando. Fusha Fusha no Mi, uma Parmecia que permitia ao seu usuário transformar as pernas em uma forma semelhante a um jato lhe permitindo levitar a curta distancia do solo e se move em velocidade tão grande que seria considerado o ser mais rápido do mundo, mas quando seu Tio tinha comido uma Akuma no Mi?

Não teve tempo pra perguntar pois no instante seguinte, com os últimos resquícios de consciência, esse dava suas ultimas palavras. – Parece que somente salvei um, esse governo tolo, não conseguem ouvir “Poneglyph” sem ficarem loucos. Mau guri, tentei lhes resgatar assim que vi os agentes anunciando que seus pais eram terroristas na praça e que tinham os prendido nas ruínas enquanto aguardavam reforços , pra parece que somente consegui salvar o fruto. Se cuida Guri, no céu vou lembrar de agradecer sua mãe por me deixar trabalhar na companhia e conhecer vocês.

Só depois de muito tempo que foi entender a origem daquelas últimas palavras quando soube que seu tio era um pirata em reforma devido a influencia de sua mãe sobre ele. Para todos na cidade, o garoto era filho dos terroristas, ninguém ousava questionar o governo e sua sobrevivência tinha sido vista com maus olhos, porém os membros da companhia com a ameaça de pararem de proteger a ilha dos Piratas conseguiram manter esses quietos pelo menos até que o garoto se recuperasse do ferimento que gerou a cicatriz em seu rosto.

Claro, mantiveram todos quietos da sua presença, porém era obviamente um incomodo ter o filho de terrorista na cidade (mesmo que antes todos imaginassem esses como membros dessa) e logo algum desses iria dar com a língua nos dentes. Com doze anos, sem família, sem amigos e com uma cidade que odiava sua presença, o que poderia fazer?


אצילי
    "A pobreza não tira a nobreza a ninguém, a riqueza sim."
    Giovani Boccaccio
Acabou que a decisão da população da ilha foi simples, exílio. Uma prática incomum numa população comum como aquela, porém foi o melhor que encontraram para manterem a proteção contra piratas sem ter que manter aquele garoto em sua propriedade. Tendo a casa queimada pelos membros que tinha descoberto serem do órgão governamental, cujo o nome desconhece apesar de ter certas suspeitas, ele somente vivia lá pela caridade dos moradores que já não estavam dispostos a lhe ajudarem com exceção daqueles que trabalhavam com sua mãe.

Vendo a pressão que esses sofriam com sua presença, ele aceitou ser exilado levando consigo somente algum dinheiro e coisas que tinham sobrevivido ao fogo por estarem num cofre em sua casa como algumas anotações de seu pai e um brinco metálico de sua mãe que havia sido um dos primeiros presentes do casal que acabou colocando sobre a orelha esquerda como representação dela. O único ferimento físico que tinha sofrido se provara nada demais sem afetar seu cérebro ou sentido por um milagre de acordo com o médico apesar que ele duvidava que a cicatriz que tinha causado algum dia iria desaparecer mesmo com os mais avançados tratamentos.

Por isso ele decidiu a cultivar como um símbolo do que tinha ocorrido. Se desejava vingança? Claro, mas como? Ele tinha visto que aqueles demônios podiam fazer com suas habilidades de Akuma no Mi e somente tinha aprendido o básico do Savate, era um humano comum contra monstros, não tinha chances. Infelizmente, mesmo seu ódio contra Edward e Pierre não podia ser cumprido. Acabou que sua última opção era recomeçar a vida na ilha Avidite para qual tinham lhe conseguido transporte e uma recomendação para a oficina de navios lá presente.

A vida não era das melhores, a companhia não se comparava a da sua ilha natal tanto em ambiente como em companheiros, a cidade principal da ilha era suja comparado ao belo vilarejo em que vivia. Prédios enormes, lixo nas ruas, pessoas que dormiam em cima desse lixo, ladrões, tudo para que qualquer ser racional não desejasse chamar aquele lugar de lar, porém pelos próximos anos, foi forçado a isso.

Uma criança crescida em ambiente agradável passar a adolescência naquele “inferno” não era uma boa experiência. Não pode contar nos dedos quantas vezes Savate foi sua salvação contra os marginais daquelas ruas violentas, como teve que treinar por sua própria segurança ou o trabalho enorme que tinha por uma minharia de dinheiro. Porém, era melhor que estar morto... mais ou menos.

Demorou seis anos de rotina (completando 18 anos) até que algo novo ocorresse. Sempre tinha visto os muros brancos que separavam a cidade do que tinha ouvido chamarem de “paraíso”, um lugar onde uma coisa chamada “nobres” que demorou a entender como funcionava. Em sua ilha natal, não havia esse tipo de pessoa, gente que por causa da riqueza não desejava se envolver com os pobres, por alguma razão adquiriu desprezo imediato pela existência deles imaginando que nunca veria tais criaturas até que o chefe da companhia pedi que o acompanhasse até o “porto nobre” do lado branco da cidade.

Não porque desejava ele como construtor, mas com guarda-costas afinal na cidade dos nobres ainda corria o risco deles quererem o capturar e escravizar como já tentaram inúmeras vezes com todos os pobres que passavam pelo portão e precisava de alguém pra cuidar de suas costas quando a visitava. Infelizmente, seus guarda-costas tinham se irritado com Daniel na semana anterior e a situação não acabou boa para o lado deles fazendo que o rapaz servisse como “back up”.

Como precisava de dinheiro, não recusou enquanto o dono lhe emprestou algumas roupas “bonitas” para que não parecesse um lixo dentro da região nobre enquanto o acompanhava. Atravessar os portões com a permissão de um nobre era o ato de mostrar um papel para um dos guardas, e pronto, do inferno ao paraíso. Com as roupas novas, diferente do seu chefe, poucos diriam que o rapaz era do Inferno. Músculos bem cuidados, a única cicatriz do seu rosto era a do evento da infância, se não fosse mais forte fisicamente que qualquer um dos presentes, poderia ser confundindo com um nobre.

Pode sentir o que seu chefe dizia sobre pessoas o vigiando como caçadoras de escravos, porém nenhum ousou se aproximar. Aparentemente, suas habilidades de combate eram conhecidas o suficiente no inferno para os cães de guarda do paraíso não ousarem se aproximar. O caminho para o porto foi curto apesar de mais satisfatório que o caminho para qualquer outro ponto do Inferno, as ruas do paraíso davam juz ao seu nome, casas bem construídas, ruas limpas, pessoas bem vestidas, coisas que faziam lhe perguntar, porque eles não podiam deixar o inferno da mesma forma? Bem, era uma pergunta que não pode fazer quando chegavam ao porto onde um senhor de roupas exageradas esperava esses com um sorriso no rosto:

- Marco, meu velho trabalhador... ora... não me diga que finalmente lhe capturaram! – Exclamou o senhor falando do seu chefe, cujo o nome era Marco mas que o Daniel sempre somente chamava de chefe ou dono, ao olhar para o rapaz que lhe acompanhava – Daniel- com espanto.

- Capturado? Não fale loucuras, esse é meu trabalhador, não o confunda com um nobre velho tonto. – Apesar do insulto, o “velho tonto” respirava mais aliviado pensando provavelmente que sairia mais caro se seu trabalhador estivesse em mãos de um novo nobre.

- Mas um belo espécime assim no Inferno? Isso não é certo, vamos fale seu preço, eu vou o levar. – Levar? Ele achava que era algum pedaço de madeira qualquer? Tinha ouvido falar do escravismo, mas ele não era um escravo nem planejava ser um além que mesmo seu chefe não tinha direitos para o vender.

- Desculpe, eu o venderia, mas ele trabalha por salário. – E novamente o seu chefe mostrava ser um ser humano bem desagradável.

- Hora, isso pode ser resolvido. Se importa que eu o pegue então? – Falou o nobre pra surpresa de Daniel.

- Tudo bem, não preciso dele mesmo. Mas me arranje proteção dos guarda-costas de volta para casa. Só trouxe ele. – Inacreditável, eles realmente prestavam quase nada e antes mesmo que o rapaz pudesse reclamar, o nobre estalava os dedos e 10 homens vestidos de ternos negros cercavam o rapaz. Realmente, a raiva que sentiu da idéia dos nobres tinha alguma raiz de razão.

Obviamente, quando os dez foram pra cima dele, não ficou sem se defender. Com o movimento das suas pernas, 5 deles caíram desmaiados assim que chegavam a o tocar e os outros foram afastados. Incapazes de desistir, esses saltavam contra ele enquanto jogava seus corpos para longe com socos e chutes até o momento que sentiu uma agulha perfurar seu braço e seus sentidos desaparecerem.

Não soube quanto tempo demorou a acordar, porém quando acordou não estava mais nem no paraíso nem no inferno. Em um lugar pior que ambos, que nem sabia dizer o que era. Paredes de pedra, iluminação fraca e correntes prendendo seus pulsos e pernas lhe mantendo a aquele quarto desagradável. Não demorou cinco minutos para que o mesmo homem louco entrasse com roupas novas e um sorriso de um canto pro outro do rosto.

- Depois que soube do boatos de um garoto de cicatriz que era capaz de derrubar qualquer marginal, pensei que seria o guarda-costas perfeito somente precisa de um pouco de educação não? – Esse afirmava como se esse tivesse pedido informação quando sentiu energia percorrer suas veias lhe causando dor em todo o seu corpo. Nunca havia tomado um choque elétrico antes, porém agora sabia o que era e não queria sentir novamente.

Somente agora percebia que não era uma corrente ao redor do seu pescoço, era um colar e aparentemente um colar para controlar animais do tipo que dava choques como tinha lido em livros. Ser rebaixado a um animal não lhe agradava.

- O trato é o seguinte, você irá trabalhar para minha família cuidando da segurança da minha filha idiota. Faça isso, e nada de choques, não faça, choques. Entendeu bárbaro inútil? – Se não tivesse correntes ao redor das pernas, já teria dado um chute tão forte que a cabeça dele rolaria abaixo.

- Não vou trabalhar para você. – Gritou Daniel, afinal tinha orgulho. Iria obedecer um idiota que se achava pela riqueza. Claro que a resposta a sua insubordinação foi outro choque, e outro, e outro. Quando finalmente se cansou, o rico mimado irritado com a atitude ordenava o seguinte. Uma hora de tortura a cada doze horas, comida limitada a pão e a água até que lhe obedecesse. Ele mesmo lamentava que não conseguia encomendar colares bomba que era melhores que convencer pobres a obedecer, porém orgulho era algo inabalável.

Um mês, foi um mês naquela rotina em que mesmo com tal quantidade de alimento pequena e os movimentos limitados, tudo que o rapaz fazia era fortalecer o corpo para resistir a próxima sessão de choques. Havia vezes que ele mesmo não aquentava e desmaiava sofrendo dos choques mesmo enquanto dormia. O que ocorreu depois desse mês?

Pelo que ouviu dos guardas, o patrão já tinha desistido e ia o matar, mas ao invés disso na próxima sessão de tortura, ao invés dos guardas ou do nobre mimado entrava uma mulher de pouco mais da idade que ele com o controle do colar elétrico. Agora iam deixar uma mulher realizar a tortura? Não iria causar um efeito diferente.

Ela se apresentava com a filha que tinha ouvido falar tanto por parte dos torturadores e o idiota que tinha o prendido. Essa tinha dito ao pai que a razão que ele não tinha aceitado a oferta era porque não tinha tido chance de ver o que iria proteger. Essa se mostrava, dizia que iria ser divertido a proteger que até poderia dar “recompensas” para esse. Definitivamente, sua fama como lutador estava exagerada demais a tal ponto que aquele rico gordo e inútil decidia deixar sua própria filha se oferecer daquele modo.

Como qualquer homem, realmente seria uma oferta tentadora mesmo que não gostasse do tipo, porém se tivesse sido feita há um mês antes. Ela realmente acreditava que depois de tudo que tinha sofrido, ele iria simplesmente aceitar algo assim como desculpas e trabalhar para eles. Não, mas era um desculpa mais que o suficiente para que em sua mente armasse seu próprio plano de fuga.

Fingiu concordar afirmando que teriam economizado tempo se ela tivesse se mostrado desde do primeiro dia. Animada com seu plano, que aparentemente o pai não tinha concordado antes, dava certo essa soltava as correntes desse e afirmava que a “primeira recompensa” viria depois que lhe marcassem como escravo. Mas, ele não iria esperar.

A desculpa é que fazia um mês que estava preso e sozinho, se iria ser recompensado, seria ali. O pudor do guardas fez que recuasse com o tempo, e quando tudo tinha acabado, para confusão da “madame”, esse recolhia suas coisas e ia até a porta. Quando essa perguntava, ele simplesmente dizia que iria embora e quando procurou o botão da coleira para chocá-lo, notava esse e a própria coleira destruídos num canto já que de “tão ocupada” ela nem notou quando ele o fez.

- Agradeça, podia ser pior... – Com um chute a porta era jogada para o outro lado sem nenhum guarda para impedi-lo. – Você poderia ser a porta.

Sorriu satisfeito enquanto saia dali deixando a dama e o orgulho dela ao chão, tinha tomado algo importante daqueles nobres como punição por o que o tinham feito e voltado ao seu Inferno. Claro, a filha não desejava ser rejeitada nem o nobre que não imaginava a situação em que tinha concordado com o plano tolo da filha que havia caído em sua própria armadilha. Mandando seus outros guarda-costas para o Inferno, nada encontraram além dos braços do velho chefe do rapaz quebrados e um quarto que tinha preservado para enviar as coisas desse para esse quando aceitasse o “emprego” agora estava vazio e seu dono num navio para outra ilha.

האַכלאָטע
    "A vingança é o manjar mais delicioso, condimentado no Inferno."
    Walter Scott
Depois da situação que tinha passado, acabou cedendo a algo que nunca imaginaria fazer. Durante os seis anos que viveu no Inferno, nunca abriu os livros de anotações de seu pai pois sempre os considerava como a encarnação do mau que tinha levado eles a se separar pela eternidade, porém enquanto viajava para a próxima ilha abriu esse para uma noticia curiosa, um outro trecho da tradução daquele monólito maldito. “Abaixo estão as instruções para” e uma serie de símbolos que ele não traduziu mesmo já tendo identificado as letras pois deduziu que eram plantas de construção.

Porém, quando arrumou as letras dizia a realidade. “... para ir aos planos de Construção de Ares”, o rapaz ficava estupefato. Quer dizer que... seus pais tinham morrido por causa de um maldito mapa. Essa era a gota da água, tinha perdido sua vida por causa de um mapa que as únicas pessoas que conseguiriam ler sem passar meses pesquisando estavam mortos numa ação governamental, tinha sido torturado por ricos, perdido sua vida para um governo inútil tudo por um maldito mapa. A força que socou a mesa que estava foi tão grande que acabou a destruindo.

Aqueles que controlam o mundo não passam de lixo, eles são preguiçosos, presunçosos, assassinos.... não tinha adjetivos o bastante no seu dicionário pra os definir. Mas, o que ia fazer, Savate não é o suficiente para salvar o mundo de se tornar uma lixeira. Não podia fazer nada além de assistir e viver naquele inferno... ou.... aquele nome então queimou em sua mente... Ares... o navio lendário. Ele podia aprender a ler aquela linguagem, ele podia encontrar as plantas, ele podia construir um navio. Como humano, ele não era capaz de vencer uma batalha contra o mundo, mas com aquilo.

Poderia destruir aquele governo inútil em um só zarpar. Tinha algumas anotações de outras partes do monólito, não completos para ter a localização exata, mas teria dados o suficiente para começar somente precisava aprender a linguagem impossível. Porém, o nome era impossível por alguma razão. Diferente do seu pai que tinha livros de Ohara, antigo centro de pesquisa dos monólitos, ele somente tinha algumas frases traduzidas. Passou meses na nova ilha tentando, mas nada, nem mesmo uma letra. Precisava de uma fonte, algo para se basear na hora de aprender a nova linguagem.

Foi então que ouviu o boato, que mesmo Ohara sendo destruída, alguns dos seus habitantes tinham sobrevivido e se espalhado pelo mundo. Era quem precisava, encontrar essa pessoa, de ilha em ilha pegava caronas e buscava pistas até que em poucos meses, todas levavam a Grand Line. Teve que construir um navio pirata para conseguir sua carona, mas valeu a pena. Ia de ilha em ilha daquele mar destrutivo, pegava caronas com piratas, comerciantes, tudo em troca de favores como reparar o mastro do navio ou concertar buracos. As vezes demorava numa ilha para conseguir um eternal pose para a ilha da próxima pista ou para conseguir dinheiro. Porém, depois de dois anos de busca sem resultado, sua nova pista ia para a chamada segunda metade da Grand Line, o Inferno absoluto no mar.

Como todas as pisas, não se importou para onde ia pegando uma carona em um navio mercador e chegando a lha dos Tritões a uma semana e arrumando empregos para economizar dinheiro enquanto busca mais informações sobre um dos sobreviventes. Iria construir Ares e destruir aquele governo inútil, nem que fosse a ultima coisa que ia fazer na vida.
Narrador
Posted: Feb 6 2012, 04:00 PM


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Ainda não li a história, mas vou me adiantar e corrigir o resto da ficha. As descrições estão muito boas, só me chamou atenção uma parte.

" Maneiras fáceis de fazer que entrem em tal estagio é ameaçar inocentes a sua frente ou simplesmente ter escrito o termo “CP9” em algum canto da camisa sendo um dos seus “notáveis” feitos ter quebrado 58 % dos ossos de um imitador do grupo governamental e o entregado as autoridades."

A CP9 é uma organização super-secreta, até dentro do governo, não são todos que tem conhecimento dela. Mesmo nas próprias Cipher Pols, apenas agentes condecorados, que tenham agido ou por ventura venham a agir junto da CP9 sabem de sua existência. Claro, existem rumores (e seu personagem, como Historiador, os conhece), pode haver imitadores, que queiram usar esses rumores, mas, por ser um grupo secreto, nenhum membro teria "CP9" gravado em suas roupas.

-> Talentos

- Nos pontos de talento, coloque apenas os pontos que sobram (como gastou todos, sobram 0).

- Você não pode começar com duas especializações de profissão (Construtor e Marceneiro), pode pegar o segundo assim que conseguir 1pt de talento in-game.

-> Itens

- Nada de errado não, quero dizer, nada de errado por sua parte. Mas como eu atualizei a regra de atributos há um tempo e (até hoje) não atualizei a de armas, ainda preciso alterar os bônus que os itens dão. Não precisar mudar nada, só to avisando pra saber que vou mudar.
Black
Posted: Feb 6 2012, 04:46 PM


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Estarei editando o que foi pedido então, obrigado por acelerar o processo (Além que um dos comentários já vai me fazer ditar a historia já facilitando essa segunda etapa).

EDIT: Correções feitas, também quero afirmar que fiz o uso de criatividade e inventei algumas Akumas no Mi para NPCs da historia (Uma Zoan e duas Parmecias) e depois vi que tinham algumas Akumas inexistentes na historia original da série. Devo ir ao tópico de criações postar descrições delas para serem adicionadas a lista?
Villnore Dyne
Posted: Feb 25 2012, 10:05 AM


Demônio de Cera


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Opa, pelo que eu vi, está tudo certo.

Só um pequeno detalhe na história que eu não compreendi.

QUOTE

- Agradeça, podia ser pior... – Com um chute a porta era jogada para o outro lado sem nenhum guarda para impedi-lo. – Você poderia ser a porta.

Sorriu satisfeito enquanto saia dali deixando a dama e o sangue dela ao chão, tinha tomado algo importante daqueles nobres como punição por o que o tinham feito e voltado ao seu Inferno


Sangue dela ao chão? pelo que entendi, ela não foi machucada.


De resto, tudo ok. Bem vindo aos Just xD
Black
Posted: Feb 25 2012, 03:14 PM


Newbie


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Editado, foi maluquice minha, na ideia original ele matava ela, mas depois editei e esqueci de mudar essa frase.
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